Livro completo "Chegou a Hora"

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O DIA E A HORA DA VOLTA DE JESUS


Alguns estarão pensando (apesar de todos os textos que já coloquei): “Jonatan, você não deve mexer com isso. ‘O dia, nem a hora, ninguém sabe’, e não devemos marcar data para a volta de Jesus.”
Sei disso, aliás, não somos nós quem marcamos ou marcaremos a data para a volta de Jesus, mas o Pai.
Procurei ler todos os textos aonde Jesus fala sobre esse assunto (especialmente em Mateus 24 e 25). Também li o que a Sra. White escreveu em sua época para aqueles que marcaram novas datas para a volta de Jesus. E acreditem, o mais importante não é a data, mas o evento. E mais importante ainda é estarmos preparados na data da volta.
De fato, não é possível (pelo menos ainda não pude descobrir) definir uma data e uma hora para a volta de Jesus. Mesmo a Sra. White que ouviu de Deus o dia e a hora da segunda vinda de Cristo, não a pode registrar.
“Falando Deus o dia e a hora da vinda de Jesus, e declarando o concerto eterno com o Seu povo, proferia uma sentença e então silenciava, enquanto as palavras estavam a repercutir pela Terra. O Israel de Deus permanecia com os olhos fixos para cima, ouvindo as palavras enquanto elas vinham da boca de Jeová e ressoavam pela Terra como estrondos do mais forte trovão. Era terrivelmente solene. No fim de cada sentença os anjos aclamavam: "Glória! Aleluia!" O rosto deles iluminava-se com a glória de Deus, e resplandeciam de glória como fazia o de Moisés quando desceu do Sinai. Os ímpios não podiam olhar para eles por causa da glória. E, quando a interminável bênção foi pronunciada sobre os que haviam honrado a Deus santificando o Seu sábado, houve uma grande aclamação de vitória sobre a besta e sua imagem.” - Primeiros Escritos, pág. 285 e 286.
Percebe que vai haver um momento, antes da volta de Jesus, que o dia e a hora da volta de Jesus será anunciada aos seus servos?
Todavia, quando Ellen G. White escreveu este texto, ela não tinha...
“...o mais leve conhecimento quanto ao tempo anunciado pela voz de Deus. Ouvi a hora proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da visão. Cenas de tal emoção, solene interesse, passaram por mim de maneira que linguagem alguma é capaz de descrever. Foi tudo viva realidade para mim, pois logo a seguir a ela, apareceu a grande nuvem branca, sobre a qual estava assentado o Filho do homem.”Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 76.

Mas será que existe alguma proibição em continuar a estudar sobre quando ocorrerá a volta de Jesus?
“Muitos há no mundo hoje que fecham os olhos às evidências dadas por Cristo para advertir os homens sobre Sua vinda. Buscam aquietar toda a apreensão, ao mesmo tempo em que os sinais do fim se cumprem rapidamente e o mundo se apressa em direção ao tempo em que o Filho do homem Se revelará nas nuvens do céu. Paulo ensina ser pecaminoso mostrar-se indiferente aos sinais que devem preceder à segunda vinda de Cristo. Aos culpados desta negligência chama ele filhos da noite e das trevas. Ao vigilante e atento anima ele com estas palavras: "Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios." I Tess. 5:4-6.
Especialmente importante para a igreja em nosso tempo são os ensinamentos do apóstolo sobre este ponto. Para os que vivem tão próximo da grande consumação, as palavras de Paulo devem ter eloqüente força: "Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e da caridade, e tendo por capacete a esperança da salvação. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com Ele. I Tess. 5:8-10.”
- Atos dos Apóstolos, pág. 261.


Vamos continuar a estudar para não ficarmos em trevas, mas na luz de Cristo. Por isso aguarde as novas publicações no Blog. Acompanhe passo a passo a evolução da linha do tempo de nossa terra e você saberá em que tempo estamos vivendo. Possivelmente você também pensará como eu que Chegou a Hora da volta de Jesus.

Quase 6.000 Anos


Existem alguns textos do Espírito de Profecia onde podemos entender que na época em que Ellen White os escreveu, a Terra estaria perto do final dos seis mil anos.

O grande conflito entre Cristo e Satanás, que tem prosseguido durante quase seis mil anos, logo deve terminar; e o maligno redobra seus esforços para frustrar a obra de Cristo em prol do homem, e prender as almas em suas ciladas. Reter o povo em trevas e impenitência, até que termine a mediação do Salvador e não mais haja sacrifício pelo pecado, é o objetivo que ele procura realizar.” - O Grande Conflito, pág. 523.


O Grande Conflito foi escrito em 1888, e nesta época ela dizia que a guerra entre Cristo e Satanás já prosseguia por quase seis mil anos.
Ainda no livro O Grande Conflito, na pág. 553, falando sobre o espiritismo que haveria de enganar a muitos nos últimos dias, ela diz:


“Assim, sob novo disfarce, o grande rebelde ainda prossegue com sua luta contra Deus - luta iniciada no Céu, e durante quase seis mil anos continuada na Terra.” - O Grande Conflito, pág. 553
Ela realmente está dizendo que quando escreveu isto em 1888, a guerra entre o bem e o mal, já estava acontecendo na Terra por quase seis mil anos.


“Jamais a necessidade do mundo quanto ao ensino e à cura foi maior do que o é em nossos dias. A Terra está cheia de entes humanos que carecem de nosso auxílio - fracos, desamparados, ignorantes e degradados. A contínua transgressão do homem por quase seis mil anos, tem trazido doença, dor e morte como resultado. Há multidões a perecer por falta de conhecimento.” - Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, pág. 467.
Novamente ela está dizendo que em 1913 (época em que este texto foi escrito) a transgressão do homem já durava quase seis mil anos.


“Aquele que não hesitou em enfrentar um conflito com quem mantém em Seu poder a criação, tem malignidade para perseguir e enganar. Ele segura os mortais em suas redes nos dias de hoje. Não perdeu, em sua experiência de quase seis mil anos, coisa alguma de sua habilidade e astúcia. Durante todo este tempo, tem sido atento observador de tudo quanto diz respeito a nossa raça.” - Testemunhos Seletos, vol.1, pág. 217 – escrito em 1868 em Testemonies, vol. 2.
Note que este texto foi escrito por Ellen G. White em 1868. Neste ano ela dizia que durante quase seis mil anos Satanás tem observado e enganado o ser humano.
Ainda falando sobre o poder do mal e do espiritismo, ela escreve no livro História da Redenção:


“Os pretensos visitantes do mundo dos espíritos algumas vezes proferem avisos e advertências que se demonstram corretos. Então, estando ganha a confiança, apresentam doutrinas que solapam diretamente a fé nas Escrituras. Com a aparência de profundo interesse no bem-estar de seus amigos na Terra, insinuam os mais perigosos erros. O fato de declararem algumas verdades e poderem, por vezes, predizer acontecimentos futuros, dá às suas declarações uma aparência de crédito; e seus falsos ensinos são tão facilmente aceitos pelas multidões, e tão implicitamente cridos como se fossem as mais sagradas verdades da Bíblia. A lei de Deus é posta de parte, desprezado o Espírito da graça, o sangue do concerto tido em conta de coisa profana. Os espíritos negam a divindade de Cristo e colocam o próprio Criador no mesmo nível em que estão. Assim, sob novo disfarce, o grande rebelde ainda prossegue com sua luta contra Deus - luta iniciada no Céu, e durante quase seis mil anos continuada na Terra.” - História da Redenção, pág. 394.
A luta foi iniciada no Céu (Apoc 12:7-9), em uma data que desconhecemos. Essa luta veio para a Terra quando Adão e Eva comeram do fruto da “Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal”, ou seja, esta luta veio para a Terra quando o pecado aqui entrou (e nós vamos ver em que data isso ocorreu). E na época em que a Sra. White escreveu este texto ela dizia que essa luta continuava por quase seis mil anos aqui na terra.
Assim, estamos vivendo entre o “quase seis mil anos” e o “final dos seis mil anos”. Ou seja, muito próximo à volta de Jesus.


Se alegrem e dêem glória a Deus porque está chegando a hora de nos encontrarmos com o nosso maravilhoso Salvador.


Observe o nosso gráfico novamente:



Ao estudar o que o Espírito de Profecia, fala sobre o grande conflito, chego a conclusão que estamos vivendo muito próximo ao tempo da volta de Jesus. Falta pouco tempo para nosso encontro com Cristo nas nuvens do céu.


“...O mundo tem agora apenas cerca de seis mil anos.”Jesus Meu Modelo, pág. 150. The Signs of the Times, 20/03/1879.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

CRISTO VOLTARÁ QUANDO A TERRA COMPLETAR 6000 ANOS DE PECADO


Seria isto realidade?
Cristo voltando à Terra quando a humanidade completa 6.000 anos de pecado neste planeta?
Vamos analisar alguns textos de Ellen G. White:

“A grande controvérsia entre o bem e o mal há de assumir proporções cada vez maiores até o seu final desenlace. Em todas as épocas a ira de Satanás esteve voltada contra a igreja de Cristo, motivo pelo qual Deus a dotou do Seu Espírito e de Sua graça para que pudesse enfrentar todas as oposições do mal. Ao receberem os apóstolos a incumbência de levar o evangelho até os confins da Terra e escrevê-lo para as gerações futuras, Deus lhes deu a iluminação do Seu Espírito. À medida, porém, que a igreja se aproxima da hora de sua libertação definitiva, Satanás há de agir com redobrada energia. Ele desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo. Apoc. 12:12. Ele operará "com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira". II Tess. 2:9. Durante seis mil anos esse espírito superior, que ocupou outrora lugar preeminente entre os anjos de Deus, tem estado devotado a uma obra de destruição e engano. E toda habilidade e astúcia satânicas adquiridas, toda a crueldade desenvolvida nessa luta de longos séculos, serão empregadas contra o povo de Deus no conflito final. É nesse tempo cheio de perigos que os seguidores de Cristo terão de anunciar ao mundo a mensagem do segundo advento de Cristo, a fim de preparar um povo "imaculado e irrepreensível" para a volta do Senhor.” - O Grande Conflito, pág. 7.

Neste texto percebemos que durante seis mil anos Satanás tem devotado tempo a sua obra de destruição e engano. É nesse momento que os seguidores de Cristo devem anunciar a volta do Senhor Jesus. Podemos entender, através deste texto, que a segunda vinda de Cristo ocorreria por volta de seis mil anos de ocupação do pecado em nosso planeta.
Vamos a outro texto:

"Chegará o estrondo até à extremidade da Terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo com toda a carne; os ímpios entregará à espada." Jer. 25:31. Seis mil anos esteve em andamento o grande conflito; o Filho de Deus e Seus mensageiros celestiais estavam em conflito com o poder do maligno, a fim de advertir, esclarecer e salvar os filhos dos homens. Agora todos fizeram sua decisão; os ímpios uniram-se completamente a Satanás em sua luta contra Deus. Chegado é o tempo para Deus reivindicar a autoridade de Sua lei que fora desprezada. Agora a controvérsia não é somente com Satanás, mas também com os homens. "O Senhor tem contenda com as nações"; "os ímpios entregará à espada".” - O Grande Conflito, pág. 663.

O que podemos entender neste parágrafo?
O grande conflito durará seis mil anos, e depois deste período chegado é o tempo para Cristo voltar a esta Terra e encerrar o conflito entre o bem e o mal.
Outro texto diz:

“Durante seis mil anos a obra de rebelião de Satanás tem feito "estremecer a Terra". Ele tornou "o mundo como um deserto", e destruiu "as suas cidades". E "a seus cativos não deixava ir soltos". Durante seis mil anos o seu cárcere (o sepulcro) recebeu o povo de Deus, e ele os queria conservar cativos para sempre; mas Cristo quebrou os seus laços, pondo em liberdade os prisioneiros.” - O Grande Conflito, pág. 660.

Nesta citação entendemos que durante seis mil anos Satanás dominará este planeta, mas depois de seis mil anos Cristo quebrará os laços da prisão do pecado para sempre.

“O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de uma maneira completa. Tudo que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, a fim de ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o propósito original de Deus ao criá-la. "Os santos do Altíssimo receberão o reino e possuirão o reino para todo o sempre e de eternidade em eternidade." Dan. 7:18.” - Patriarcas e Profetas, pág. 342.

Desculpe a “letra” tão grande, mas a vontade que tenho é de gritar:
“Despertai! Aí vem o espôso!”
JESUS ESTÁ VOLTANDO!

CHEGOU A HORA!!

“Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás. Durante seis mil anos efetuou a sua vontade, enchendo a Terra de miséria e causando pesar por todo o Universo. A criação inteira tem igualmente gemido e estado em dores de parto. Agora as criaturas de Deus estão para sempre livres de sua presença e tentações. "Já descansa, já está sossegada toda a Terra! exclamam [os justos] com júbilo." Isa. 14:7. E uma aclamação de louvor e triunfo sobe de todo o Universo fiel. "A voz de uma grande multidão", "como a voz de muitas águas, e a voz de fortes trovões", é ouvida, dizendo: "Aleluia! pois o Senhor Deus onipotente reina." Apoc. 19:6” - O Grande Conflito, pág. 679.

Amém!
No último capítulo do livro Vida de Jesus, que fala sobre o “Lar de Eterna Felicidade”, ou seja o Céu, encontramos este texto:

“Anjos foram enviados para dar a mensagem de salvação e os vales e colinas ecoaram suas canções de júbilo. Os pés do Filho de Deus tocaram o seu solo e por mais de seis mil anos, em toda a sua beleza e nos seus dons de sustento, a Terra tem testemunhado o amor do Criador.
Essa mesma Terra, livre da maldição do pecado, será o lar eterno dos salvos. A Bíblia diz a respeito dela: Deus "não a criou para ser um caos, mas para ser habitada". Isa. 45:18. E "tudo quanto Deus faz durará eternamente". Ecl. 3:14”
- Vida de Jesus, pág. 183.

Alguns podem dizer: “...aqui está falando em mais de seis mil anos...”
Exatamente. Os textos anteriores falam em seis mil anos de pecado sobre a Terra, mas não sabemos quanto tempo Adão e Eva viveram sem pecado no Jardim do Éden. Uma tradição afirma que eles viveram 30 anos dentro do Jardim do Éden, mas não temos nenhuma indicação de que este foi o tempo que viveram no Éden. E por isso mesmo a Sra. White diz que por mais de seis mil anos a Terra tem testemunhado o amor do Criador.
De acordo com os textos que lemos, podemos deduzir que a Terra foi criada em uma data que não conhecemos. Depois de algum tempo o homem pecou em uma data que ainda vamos ver neste livro. Mas, após seis mil anos de domínio do mal sobre a Terra, Cristo virá para buscar aqueles que escolheram viver com Ele e para Ele.
Observe a linha do tempo abaixo:


Mas...
em que tempo estamos vivendo?
Quando terminarão os seis mil anos?
QUANTO TEMPO FALTA PARA A VOLTA DE JESUS
Quando Jesus voltará?


Não fique preocupado em fazer estas perguntas, porque como já vimos, os discípulos também as fizeram a Jesus (Mateus 24) e Ele não os repreendeu, mas deu as respostas.


“Tudo quanto Deus especificou que se havia de cumprir na história profética no passado, cumpriu-se, e tudo quanto está ainda por vir virá por sua ordem. Daniel, o profeta de Deus, está em seu lugar. João está em seu lugar. No Apocalipse o Leão da tribo de Judá abriu aos estudiosos da profecia o livro de Daniel, e assim Daniel se erguerá em seu lugar. Dá seu testemunho, aquilo que o Senhor lhe revelou em visão dos grandes e solenes acontecimentos que precisamos conhecer ao nos encontrarmos no próprio limiar de seu cumprimento.” - Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 109.


Estamos no limiar do cumprimento das profecias de Daniel e Apocalipse e Ellen White diz que precisamos conhecê-las, especialmente quando estivermos no “limiar do seu cumprimento”, ou seja, no tempo em que estamos vivendo.
Quando comecei a escrever este livro há alguns anos, a cada pesquisa ficava mais preocupado com o que alguns poderiam pensar sobre esse estudo. Afinal alguns grupos de pessoas já enveredaram por este caminho e não foram felizes. Mas depois de orar muitas madrugadas e realmente abrir o meu coração a Deus pude sentir mais e mais a convicção de que deveria compartilhar com os meus companheiros que vivem neste planeta dominado pelo inimigo, minha certeza de que chegou a hora de nos encontrarmos com Jesus Cristo.
Neste período comecei a fazer algumas matérias na faculdade de Teologia do UNASP e para minha surpresa, Jesus colocava as matérias que confirmavam o estudo.
Perguntei a alguns pastores, mestres da faculdade sobre o que pensavam sobre Ellen White como profetisa de Deus. Perguntei a outros sobre o que pensavam a respeito deste número de 6000 anos para o nosso planeta. E a cada comentário destes pastores, mais a minha fé de que Deus tinha revelado algo para estes últimos dias, aumentava.
Em julho de 2005 tive a oportunidade de ir até St Louis nos EUA, para trabalhar com a equipe que transmitiria os eventos da 58ª sessão da Associação Geral dos Adventistas do 7º Dia para a TV Nuevo Tiempo (a TV Adventista para a América do Sul na língua hispana). Naquele local havia stands aonde estavam expostos uma série de materiais que confirmavam mais e mais a minha crença na breve volta de Jesus.
Diversos materiais faziam alusão aos 6.000 anos.
Só para citar alguns desses fatos:

Comprei um livro de Ellen G. White chamado “The Final Events of Bible Prophecy” (“Os Eventos Finais da Profecia Bíblica”) e qual não foi minha alegre surpresa ao constatar na capa o seguinte subtítulo “6,000 YEARS IN THE MAKING ARE YOU READY?” (“6.000 ANOS SE COMPLETANDO, VOCÊ ESTÁ PREPARADO?”). Aquilo foi “demais” para mim. Era o que confirmava a minha crença. Estava chegando a hora.


Diversos sermões foram pregados ali e muitos deles falavam da urgência de pregarmos a todo mundo pois o tempo havia chegado.
A Revista Adventista de agosto de 2005, trouxe o sermão que o Pr. Matthew Bediako, secretário da Associação Geral dos Adventistas do 7º Dia, fez no dia 2 de julho em St. Louis. Em seu sermão ele disse: Amigos, cerca de seis mil anos atrás o inimigo seqüestrou este planeta. Ele nos mantém reféns. Mas a boa notícia é que nossa equipe de resgate está a caminho, liderada pelo Príncipe Emanuel, nosso Senhor e Salvador.

Por isso não fique preocupado com esse estudo. Continue estudando a Palavra de Deus e o Espírito de Profecia porque chegou a hora.

SERIAM OS TEXTOS DE ELLEN G. WHITE TÃO INSPIRADOS QUANTO OS DOS PROFETAS DA BÍBLIA?



Nesse ponto de nossas considerações chegamos a um momento importante. Isso porque iremos destacar citações sobre os acontecimento finais e o tempo em que ocorrerão, tendo como base os testemunhos deixados por Ellen G. White. Cremos que através de sua vida ela demonstrou aquilo que reivindicava ser. Por meio de milhares de páginas escritas, por meio do seu testemunho de vida e pelo testemunho de milhares de pessoas nos Estados Unidos da América que viveram em seu tempo e compartilharam suas experiências, podemos afirmar que ela foi uma mensageira do Senhor.
Já no início, falando sobre os profetas e a maneira de se provar um profeta, pudemos dizer que cremos na inspiração profética de Ellen G. White.
Na postagem a seguir há uma "linha do tempo" como algumas das realizações de Ellen White e você pode ter uma idéia geral da vida e obra dessa fundamental personagem da história do adventismo.
Denton E. Rebok em seu livro Crede em Seus Profetas, a partir da página 58, descreve a posição da própria Ellen. G. White quanto aos seus escritos:



“Não escrevo na revista um artigo que exprima meramente minhas próprias idéias. Eles são o que Deus tem me tem revelado em visão – os preciosos raios de luz a irradiarem do trono.”Testemonies vol. 5, pág. 67



“A irmã White não é originadora desses livros. Eles contém as instruções que durante a obra de sua vida Deus lhe tem estado a dar. Encerram a preciosa luz confortadora que Deus tem dado graciosamente a sua serva para ser dada ao mundo.”Colportor Evangelista, pág. 36




Denton conclui dizendo: Em tudo isso Ellen G. White reivindicava para si própria a mesma inspiração do Espírito Santo que moveu os antigos profetas a escreverem o que chamamos agora a Bíblia. As mensagens eram de Deus. A ela, da mesma maneira que aos antigos escritores bíblicos, “veio a Palavra do Senhor.” Crede em Seus Profetas, pág. 161.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera Ellen G. White tão inspirada quanto o foi João ou Daniel.

De acordo com o Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o dom de profecia é uma das vinte e oito Crenças Fundamentais da igreja. E ao descrever esta crença diz: “Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é um sinal identificador da igreja remanescente, e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade que proporciona conforto, orientação, instrução e correção à igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência.” Manual da I.A.S.D., pág. 15.
Na Revista Adventista de Junho de 1982 foram publicados diversos artigos sobre Ellen G. White. Em uma entrevista com o Pr. Elbio Pereyra, na época secretário associado do Patrimônio Literário de Ellen White, quando lhe foi perguntado se a inspiração de Ellen White é igual à dos profetas bíblicos, ele respondeu: “A Sra. White diz que algumas pessoas em Battle Creek estavam classificando a inspiração em dois graus: um inferior e outro superior. Então ela escreveu dizendo que não existe tal coisa. A Igreja Católica, a partir do Concílio de Trento, passou a admitir um grau inferior de inspiração nos livros apócrifos. Mas a Igreja Adventista não admite graus de inspiração. O assunto é inspirado ou não.” RA, junho 1982, pág.12.
O Pr. Alberto R. Timm, por longo tempo diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White do Brasil, em sua apostila Orientação Profética na Igreja Adventista do Sétimo Dia diz na página 22: quanto “a autoridade dos escritos de Ellen G. White” tem “inspiração semelhante à das Escrituras. Não existem diferentes graus de inspiração.” Também a “autoridade profética é semelhante à das Escrituras. Não existem diferentes graus de autoridade profética. Rejeitar a mensagem de um profeta do Senhor significa rejeitar o próprio Senhor que a enviou (conf. Luc. 10:16)”. Mas a “função é diferente das Escrituras: a Bíblia” foi e é “para todos os tempos e lugares. Ellen White: para o tempo do fim e a Igreja Adventista do Sétimo Dia.”
Que grande privilégio é ter à nossa disposição mensagens vindas de Deus através de sua mensageira. Mas ter este privilégio envolve uma grande responsabilidade.


“Nas balanças do santuário há de ser pesada a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Ela será julgada pelos privilégios e vantagens que tem gozado. Se sua experiência espiritual não corresponde às vantagens que, a preço infinito, Cristo lhe concedeu; se as bênçãos que lhe foram conferidas não a habilitarem para fazer a obra que lhe foi confiada, sobre ela será pronunciada a sentença: “Achada em falta”. Pela luz que lhe foi concedida, pelas oportunidades dadas, será ela julgada...” - Eventos Finais, pág. 54



Os Testemunhos são um grande privilégio para o os Adventistas do Sétimo dia, pois eles têm acesso a muito mais informação.
Sabendo disso, Satanás tem procurado enfraquecer a fé nos Testemunhos. É comum ouvir de irmãos Adventistas as seguintes desculpas:
- Isto foi escrito para o tempo dela.
- O que realmente ela quis dizer não é bem isso.
- O Espírito de Profecia é um mar de onde pode se pinçar o que quiser.
- Isto é algo que deverá ser levado em conta apenas no final.



“O plano de Satanás é enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos. Em seguida vem o cepticismo no tocante aos pontos vitais de nossa fé, as colunas de nossa posição, depois as dúvidas acerca das Escrituras Sagradas, e então a caminhada descendente para a perdição.” - Eventos Finais, pág. 154



Este foi o motivo de me posicionar, já no início, quanto ao fato de aceitar Ellen G. White como a mensageira do Senhor, e sobre quem repousava o Espírito de Profecia. E por ela ser uma profetisa para estes últimos dias é que vamos estudar o tempo em que estamos vivendo e quanto tempo falta para a volta de Jesus, baseado nos escritos proféticos de Ellen G. White.

MUDANÇAS NO CRISTIANISMO AO LONGO DE SUA HISTÓRIA


MUDANÇAS EFETUADAS PELA IGREJA CRISTÃ AO LONGO DE SUA HISTÓRIA (POSTERIORMENTE CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA)


ANO - MUDANÇA DOUTRINÁRIA

197 - Começa um movimento herético, comandado pelo bispo de Roma, CONTRA A DIVINDADE DE JESUS.

217 - O Bispo Calixto ensina que o PAI E O FILHO SÃO UM ESPÍRITO INDIVISÍVEL.

300 (aproximado) - ORAÇÃO PELOS MORTOS

320 - VELAS – Começa-se a acender velas aos mortos, prática realizada pelos pagãos e trazida para a igreja.

321 - MUDANÇA DA LEI: do sábado para o domingo (Constantino estabelece a primeira lei dominical, decretando que todas as cortes de justiça, habitantes de cidades e oficinas repousassem no dia do sol - venerabili die solis.).

336 - O Concílio de Laodicéia oficializa dentro da igreja a transferência do sábado para o domingo.

375 - VENERAÇÃO DOS ANJOS E SANTOS FALECIDOS E O USO DE IMAGENS – Este foi um dos períodos mais negros da igreja, quando Basílio de Cesaréia e Gregório de Nazianzo introduzem o culto aos santos. Além disso, aparecem o incensário, paramentos e altares, mostrando já a forte influência dos pagãos que adentravam a igreja, sem uma experiência de conversão.

386 - Graciliano e Teodósio decretam que todos os litígios e negócios cessassem no domingo.

394 - A MISSA, como celebração diária

400 - ORAÇÃO PELOS MORTOS E O SINAL DA CRUZ FEITO NO AR

416 - O Papa Inocêncio I diz que o domingo deve ser o dia para o jejum, dando assim força para a guarda do domingo.

431 - COMEÇO DA EXALTAÇÃO A MARIA (O termo "Mãe de Deus" foi-lhe aplicado pela primeira vez pelo Concílio de Éfeso.)

440 - BISPO LEÃO I , foi o primeiro a sustentar sua autoridade sobre os demais. É considerado pelos historiadores como sendo o primeiro Papa, embora não fosse oficialmente..

500 - OS SACERDOTES COMEÇARAM A SE VESTIR DE MANEIRA DIFERENTE

526 - EXTREMA UNÇÃO – É estabelecida para perdoar os pecados do enfermo antes da morte.

538 - “No Concílio de Orleans, foi ordenado que todas as coisas, anteriormente, permitidas no domingo continuassem em vigor; mas que se abstivessem do trabalho com arado ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo, cercagem a fim de que as pessoas pudessem freqüentar a igreja convenientemente.” A Igreja Católica na Profecia, 265.

590 - “O Papa Gregório em carta dirigida ao povo romano, qualificou como profetas do anticristo os que ensinassem que não devia trabalhar no sétimo dia.” A Igreja Católica na Profecia, 265.

593 - A DOUTRINA DO PURGATÓRIO (Estabelecida por Gregório I.)

600 - LATIM usado para orações e cultos (Imposto por Gregório I.)

600 (aproximadamente) - ORAÇÕES FEITAS A MARIA, santos mortos e anjos

607 - TÍTULO DE PAPA, ou bispo universal, dado a Bonifácio III pelo imperador Focas.

709 - BEIJAR OS PÉS DO PAPA (Começou com o papa Constantino.)

750 - PODER TEMPORAL DOS PAPAS, conferido por Pippin, rei dos francos.

758 - CONFISSÃO DE PECADOS AOS PADRES (Tem início a Confissão Auricular.)

786 - ADORAÇÃO DA CRUZ, IMAGENS E RELÍQUIAS (Decidido no Concílio de Nicéia.)

819 - “Pela primeira vez na história, encontra-se o registro da observância à festa da Assunção de Maria, isto é, a crença de que Maria tinha subido ao Céu em forma corpórea, assim como aconteceu com Jesus.” A Igreja Católica na Profecia, 266.

850 - ÁGUA BENTA (Misturada com uma pitada de sal e abençoada pelo sacerdote.)

880 - DECRETA-SE A PRÁTICA DE CANONIZAREM-SE OS SANTOS (Atribuindo-se a si, o Papa, esse direito.)

890 - ADORAÇÃO A SÃO JOSÉ

927 - COLÉGIO DOS CARDEAIS (Estabelecido em 927.)

965 - BATISMO DOS SINOS (Instituído pelo papa João XIII.)

995 - CANONIZAÇÃO DOS SANTOS MORTOS (Primeira vez pelo papa João XV.)

998 - JEJUM NAS SEXTAS-FEIRAS E DURANTE A QUARESMA – É ESTABELECIDO O DIA DE FINADOS (Os mortos seriam reverenciados neste dia.)

Século XI - A MISSA, gradualmente transformada em sacrifício com freqüência obrigatória.

1079 - CELIBATO DOS SACERDOTES (Decretado pelo papa Gregório VII. Os padres casados deveriam divorciar-se de suas esposas compulsoriamente.)

1090 - O ROSÁRIO, oração mecânica por meio de contas (Inventado por Pedro, o Eremita.)

1095 - O Papa estabeleceu as INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS, quando o fiel através de pagamento de uma quantia estabelecida pelo Clero, teria o perdão de seus pecados, por um período pré-determinado.

1100 - O PAPA DECRETA QUE AS MISSAS PASSEM A SER PAGAS PELOS FIÉIS PARA QUE SEJAM OFICIADAS. INICIA-SE O CULTO AOS ANJOS.

1115 - CONFISSÃO AURICULAR É TRANSFORMADA EM ARTIGO DE FÉ.

1125 - SURGE A IDÉIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA.

1160 - REGRA DE FÉ COM OS SETE SACRAMENTOS É ESTABELECIDA PELO PAPA.

1184 - A INQUISIÇÃO - “Neste ano, foi decretado o estabelecimento do tribunal da Santa Inquisição pelo Concílio de Verona, realizado na Itália. Esta organização se encarregaria de perseguir e torturar com o objetivo de acabar com toda manifestação dissidente, ou seja, que discordava da Igreja.” A Igreja Católica na Profecia, 268.


1190 - VENDA DE INDULGÊNCIAS (Foram definitivamente regulamentadas.)

1200 - Introdução definitiva do USO DO ROSÁRIO (Por São Domingos, chefe supremo da “Santa Inquisição.)

1215 - TRANSUBSTANCIAÇÃO – “O papa Inocente III estabelece o dogma da transubstanciação e já é transformada em artigo de fé. Esta doutrina sustenta que, através da virtude da oração sacerdotal, o pão e o vinho, deixam de ser o que são, alteram sua própria natureza e se transformam no corpo e sangue de Cristo.” A Igreja Católica na Profecia, 268.

1215 - CONFISSÃO AURICULAR de pecados a um sacerdote e não a Deus.
(Instituída pelo Papa Inocente III, no Concílio de Latrão.)

1220 - ADORAÇÃO DA HÓSTIA (Decretada pelo papa Honório III.)

1229 - A BÍBLIA PROIBIDA AOS LEIGOS (A Bíblia é colocada no índex dos livros proibidos.)

1251 - O ESCAPULÁRIO (Inventado por Simão Stock, um monge inglês.)

1264 - Realiza-se pela primeira vez a FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS.

1303 - A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar salvação.

1311 - É ordenada pela primeira vez a realização da PROCISSÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO.

1317 - O Papa João XXII ordena aos fiéis que seja feita a oração a Maria (“Ave Maria”).

1369 - Carlos V reforça a PROIBIÇÃO DA LEITURA DA BÍBLIA PARA AMBOS OS SEXOS.

1414 - O CÁLICE PROIBIDO AO POVO na comunhão, pelo Concílio de Constança.

1439 - PURGATÓRIO como dogma pelo Concílio de Florença.

1439 - OS SETE SACRAMENTOS confirmados como doutrina.

1508 - A AVE MARIA (Parte da metade final foi completada 50 anos mais tarde e aprovada pelo papa Sixto V no final do século 16.)

1515 - VENDA DE INDULGÊNCIAS – “Em 31 de março, o papa Leão X autoriza a venda de indulgência através da qual a pessoa é livre de passar pelo purgatório. Tetzel vende indulgências para pagar pecados passados, presentes e futuros e arrecada uma grande fortuna.” A Igreja Católica na Profecia, 269

1534 - A ORDEM DOS JESUÍTAS (Fundada por Loyola.)

1545 - A TRADIÇÃO DECLARADA DE AUTORIDADE IGUAL A DA BÍBLIA pelo Concílio de Trento.

1546 - LIVROS APÓCRIFOS acrescentados à Bíblia pelo Concílio de Trento.

1547 - OS SETE SACRAMENTOS É TRANSFORMADO EM LEI

1560 - O CREDO DO PAPA PIO IV (Imposto como o credo oficial.)

1562 - A MISSA É CONSIDERADA PROPICIATÓRIA, com poderes para perdoar pecados e confirma-se o CULTO AOS SANTOS.

1634 - CANONIZAÇÃO DE SANTOS (Estabelece-se o modo de proceder a canonização.)

1854 - A IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA (Proclamada pelo papa Pio IX, na sua bula Ineffabilis Deus, em 8 de dezembro.) “Este dogma sustenta que Maria, igual a Cristo foi concebida sem pecado no seio de sua mãe Joquebede e, por essa razão, Maria esteve livre do pecado original.” A Igreja Católica na Profecia, 270.

1864 - SUMÁRIO DOS ERROS (Proclamado pelo papa Pio IX e ratificado pelo Concílio do Vaticano; condenava a liberdade de religião, de consciência, de expressão, de imprensa e das descobertas científicas, que eram desaprovadas pela Igreja Romana; assegurava ao papa autoridade temporal sobre todos os governadores civis.)

1870 - INFABILIDADE DO PAPA EM QUESTÕES DE FÉ E MORAL (Proclamada pelo Concílio do Vaticano). “O papa nunca erra quando está no exercício de sua função.” A Igreja Católica na Profecia, 270.

1930 - ESCOLA PÚBLICAS CONDENADAS pelo papa Pio XI.

1950 - ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA – “O dogma da Assunção de Maria é a crença de que ela foi transportada para o Céu sem ver a morte.” (proclamada pelo papa Pio XII) A Igreja Católica na Profecia, 270.

1965 - MARIA, PROCLAMADA MÃE DA IGREJA (pelo papa Pio XII)

1993 - “No dia 5 de outubro de 1993, o papa João Paulo II emite uma encíclica intitulada “Veritatis Splendor”, que é considerada pelos intelectuais católicos como o horror dos teólogos. Nesta encíclica o PAPA AFIRMA QUE NÃO É PERMITIDO TER DIVERGÊNCIA COM O PAPA EM MATÉRIA DE ÉTICA OU MORAL. Sendo assim, os teólogos que divergem do papa não devem ter o direito de ensinar e de publicar livros. E também que escolas e universidades e mesmo hospitais católicos devem perder este título (católico) caso apresentem divergência com a linha do Vaticano.” A Igreja Católica na Profecia, 270 e 271

1995 - “O papa João Paulo II emite outra encíclica intitulada “Ut unum sint” onde reafirma a proposta do Concílio Vaticano II sobre a REUNIFICAÇÃO DAS IGREJAS DISSIDENTES e que todos os esforços devem ser feitos no sentido de que estas igrejas aceitem a autoridade do papa como figura máxima do cristianismo.” A Igreja Católica na Profecia, 271.

1998 - “O papa João Paulo II firmou a bula “Incarnationis Mysterium”. De acordo com este documento, O MEMBRO PODE OBTER A INDULGÊNCIA PLENA (perdão dos pecados) NO PERÍODO DO ANO SANTO, pela qual seus pecados são redimidos, se seguirem algumas exigências. O Ano Santo é comemorado a cada 25 anos. A celebração do Ano Santo foi instituída por Bonifácio VIII, um papa ambicioso que governou a Igreja Católica entre 1294 e 1303.” A Igreja Católica na Profecia, 271.

1999 - “O papa João Paulo II contraria a ordem bíblica exarada nos Dez Mandamentos e emite uma encíclica de 40 páginas intitulada “Dies Domini”, sobre A IMPORTÂNCIA DE GUARDAR O DOMINGO. Reafirma neste documento que o dia estabelecido por Deus é o sábado, mas que a igreja achou conveniente mudar o dia de guarda e todos devem guardar o domingo e não o sábado.” A Igreja Católica na Profecia, 271 e 272.

2000 - Em setembro de 2000 o papa João Paulo II emite um documento intitulado “Dominiun Jesus”. “Este documento enfatiza que a Igreja Católica é a única igreja verdadeira e o único instrumento de salvação.” A Igreja Católica na Profecia, 272.
*Dados extraídos de uma lista elaborada pelo Dr. Sikberto Marks, dos livros “A Igreja Católica na Profecia” e “Segue-me”.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OS SETE SELOS DO APOCALIPSE

Esta profecia se encontra em Apocalipse, entre os capítulos 5:1 até 8:1.
“Os selos representam acontecimentos de um caráter religioso, e contêm a história da igreja desde o início da era cristã até à vinda de Cristo...” As Profecias do Apocalipse, pág. 83. E vamos estudar essa profecia comparando com a profecia anterior sobre as sete igrejas.

Embora alguns tenham delimitado datas para cada selo, é muito difícil determinar uma data específica onde começa ou onde termina cada período simbolizado por cada um dos sete selos. Todavia é possível determinar épocas.
Ao abrir o primeiro selo, João viu...
“...um cavalo branco, e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo para vencer.” (Apocalipse 6:1 e 2)

Esse é um excelente símbolo para o início da igreja Cristã. A brancura indicando a pureza do iníco da igreja. “O símbolo de um guerreiro espiritual ou celestial; denota a hoste do Senhor, isto é, Sua igreja militante, brilhando em sua primitiva pureza e saindo numa carreira vitoriosa.” Revelações do Apocalipse, Roy A. Anderson, pág. 75.
PRIMEIRO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Branco
DESCRIÇÃO = Cavaleiro com coroa e saiu vencendo e para vencer. (Apoc. 6:1 e 2)
TEMPO = Primeiro Século (até ao final do ano 100 d.C.)

Ao abrir o segundo selo, João viu...
“...outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada.” (Apocalipse 6:3 e 4)
“Se a alvura do primeiro cavalo representava a pureza do Evangelho, o rubor do segundo deve representar que neste período começava a corromper-se aquela pureza original... Começaram a levantar-se erros. Introduziu-se o mundanismo; o poder eclesiástico procurou aliança com o secular, donde resultaram perturbações e comoções.” As Profecias do Apocalipse, 85.
“...A terrível arma que ele portava, indica-nos que, após a primeira e mais pura era do cristianismo, o espírito de amor e paz devia retirar-se da igreja visível, e ser substituído por um espírito de discórdia, de dissensão e controvérsia, num zelo feroz e violento, instigando os cristãos a se destruírem uns aos outros.” As Revelações do Apocalipse, 76.

SEGUNDO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Vermelho
DESCRIÇÃO = Poder para tirar a paz da Terra
TEMPO = Segundo século até o edito de Milão em 313.


Ao abrir o terceiro selo, João viu...
“...um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.” (Apocalipse 6:5 e 6)
Um cavalo preto simbolizando a corrupção que tomou conta da igreja. “A igreja caiu de sua elevada condição! Iniciada em pureza e poder, a igreja tornou-se corrompida e está agora sujeita aos poderes das trevas. O comercialismo substiuiu sua piedade. O preto, símbolo do mal, do erro, da derrota, de trevas morais e espirituais, substituiu a pureza com que a igreja começara suas conquistas.
À medida que ia jorrando cada vez mais de sua fonte, o cristianismo ia-se tornando mais corrompido em sua corrente, e, com o passar dos séculos, a superstição avançava também; e... fantasias de purgatório, e fraudes piedosas, e o culto às imagens, santos e relíquias, tomavam o lugar do cristianismo puro e simples: e afinal o Livro de Deus é posto de lado e substituído por histórias lendárias e ‘tradição dos homens’, sendo todas essas corrupções coletadas e organizadas num regular sistema de superstição e opressão.” As Revelações do Apocalipse, 77.
“A balança significava que a religião e o poder civil se haviam de unir na pessoa que administraria o poder executivo do governo, e que pretenderia a autoridade judicial tanto sobre a igreja como sobre o Estado.”
“As medidas de trigo e cevada, por um denário significavam que os membros da igreja procurariam ávidamente os bens mundanos, e que o amor do dinheiro seria o espírito predominante desses tempos, a ponto de se desfazerem de quaquer coisa por dinheiro.”
“O óleo e o Vinho... representam as graças do Espírito, a fé e o amor, e havia grande perigo de os danificar sob a influência de tão grande espírito mundano.” Princípios de Vida, 272 e 273.

De fato, “as bases de todo o sistema do cristianismo apóstata foram lançadas nesse período.” As Revelações do Apocalipse, 79. (Dê uma olhada na lista de mudanças que foram introduzidas na igreja cristã ao longo de sua história na próxima postagem.)

TERCEIRO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Preto
DESCRIÇÃO = O cavaleiro tinha uma balança na mão.
TEMPO = Do edito de Milão até o estabelecimento do papado, em 538. (313-538)


Ao abrir o quarto selo, João viu...
“...um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” (Apocalipse 6:7 e 8)
Na realidade a cor amarela descrita neste selo se refere a “cor pálida ou amarelada” que uma pessoa tem quando fica doente.
“Este símbolo deve representar um estranho estado de coisas na professa igreja.” Princípios de Vida, 273.
“Dificilmente poderemos enganar-nos acerca do período a que se aplica este selo. Deve referir-se ao tempo em que o papado exerceu, à vontade e sem peias, o seu domínio perseguidor, desde cerca de 538 até ao tempo em que os reformadores começaram a expor as corrupções do sistema papal.” Princípios de Vida, 273.
“As perseguições promovidas por este poder são encontradas em outras profecias: Daniel 7:21, 25; 11:33; S. Mateus 24:21 e 22; Apocalipse 13:7; 12:6, 14; 17:6. Durante este período as “duas testemunhas” (Velho e Novo Testamento) tiveram de realizar a sua obra vestidas de saco. Apocalipse 11:1-3. Mas Deus tem um registro de cada santo sofredor, e os mártires terão um lugar de hontra no vindouro reino de glória.” Apocalipse 7:13-17; 20:4.” As Revelações do Apocalipse, 80.
À medida que os anos foram passando ficava mais e mais a marca indelével daqueles que não tiveram compromisso com a Verdade, que não estavam interessados em seguir os ensinamentos do Senhor e Mestre, através da Sua Palavra.
Durante os anos 33 e 196 d.C. não houve mudanças significativas na igreja Cristã, especialmente nada que pudesse ser caracterizada como anti-bíblica.Mas a partir do ano 197 começou um movimento herético comandado pelo bispo de Roma contra a divindade de Jesus. E daí para frente o erro foi paulatinamente introduzido na igreja. “Seu desvio das verdades bíblicas levou séculos para chegar à situação em que está hoje. O povo católico é sincero, amoroso e fiel e a maioria nem desconfia dos erros que entraram na igreja, pois o erro que hoje existe é ensinado como se fosse a verdade.” A Igreja Católica na Prof., 263.

QUARTO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Amarelo
DESCRIÇÃO = O cavaleiro era chamado morte, e o inferno o seguia.
TEMPO = De 538 até o tempo da reforma.

Ao abrir o quinto selo, João viu...
“...debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?”
(Apocalipse 6:9 e 10)
Devemos nos lembrar que muitos símbolos são usados no Apocalipse, e portanto “não devemos supor que isto ocorreu literalmente, e que João tenha na realidade visto as almas dos mártires debaixo de altares, pois toda a representação é simbólica; nem devemos imaginar que no Céu os que foram maltratados e injustiçados clamem por vingança contra os que os maltrataram.” As Rev. do Apocalipse, 81.
“O cruel tratamento que haviam recebido clamava por vingança, assim como o sangue de Abel clamava a Deus desde a terra. Gên. 4:10.” Estudos Bíblicos, 111.
“João estava contemplando o desdobrar do panorama dos séculos. Este era um outro ciclo da História.” As Revelações do Apocalipse, 81.
Este é o período em que a Reforma começou na igreja. Foi denunciada a corrupção na igreja e por isso muitos foram perseguidos e mortos.
Interessante que aqui no Apocalipse aparece a pergunta:
“Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Apocalipse 6:10) E como já estudamos Daniel 7, sabemos que este período de perseguição terminou após os 1.260 dias proféticos (anos) em 1798.

QUINTO SELO
SÍMBOLO = Almas debaixo do altar
DESCRIÇÃO = Morte para a Palavra de Deus e para o testemunho que ela dava.
TEMPO = Durante o período da Reforma.


Ao abrir o sexto selo, João viu que...
“...sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes,”
(Apocalipse 6:12 e 13)

A visão continua, mas estes eventos já ocorreram, e creio que estamos vivendo logo depois destes acontecimentos e pouco antes dos que são descritos nos versos seguintes.
Também devo dizer que há uma mudança de linguagem entre o quinto e o sexto selo, o que era simbólico ou figurado parece que passa para o estritamente literal. “Seja qual for a causa desta mudança, a própria mudança não pode ser negada. Por nenhum princípio de interpretação de linguagem dos selos precedentes pode ser literal, da mesma maneira que a deste não pode ser figurada. Temos portanto de aceitar a mudança, ainda que não sejamos capazes de a explicar.” Palavras de Vida, 275.
Este sexto selo se inicia com grandes convulsões na Terra:

- O Grande Terremoto em Lisboa, no dia 1 de novembro de 1755;
- O “Dia Escuro”, em 19 de maio de 1780;
- A “Lua Tornando-se Como Sangue” em 19 de maio de 1780
- E a “Queda das Estrelas do Céu” em 13 de novembro de 1833.”
Como você pode notar esses eventos já ocorreram, e o que vem a seguir em Apocalipse 6:14 a 17 já se refere à segunda vinda de Cristo:
“E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:14 e 17)

A Sra. White fala sobre este período da história no capítulo 17 do livro O Grande Conflito. O título do capítulo é “A Esperança Que Infunde Alegria”. Recomendo a sua leitura.
Destacarei alguns pontos importates deste capítulo:

“A profecia não somente prediz a maneira e objetivo da vinda de Cristo, mas apresenta sinais pelos quais os homens podem saber quando a mesma está próxima. Disse Jesus: "Haverá sinais no Sol, na Lua, e nas estrelas.” Luc. 21:25. "O Sol escurecerá, e a Lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão no céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória." Mar. 13:24-26. O profeta do Apocalipse assim descreve o primeiro dos sinais que precedem o segundo advento: "Houve um grande tremor de terra; e o Sol tornou-se negro como saco de cilício, e a Lua tornou-se como sangue." Apoc. 6:12.
Estes sinais foram testemunhados antes do início do século XIX. Em cumprimento desta profecia ocorreu no ano 1755 o mais terrível terremoto que já se registrou. Posto que geralmente conhecido por terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e América do Norte. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na Ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu uma extensão de mais de dez milhões de quilômetros quadrados.”
- O Grande Conflito, pág. 303.

“Vinte e cinco anos mais tarde apareceu o sinal seguinte mencionado na profecia - o escurecimento do Sol e da Lua. O que tornou isto mais surpreendente foi o fato de que o tempo de seu cumprimento fora definidamente indicado. Na palestra do Salvador com Seus discípulos, no Monte das Oliveiras, depois de descrever o longo período de provação da igreja - os 1.260 anos da perseguição papal, relativamente aos quais prometera Ele ser abreviada a tribulação - mencionou Jesus certos acontecimentos que precederiam Sua vinda, e fixou o tempo em que o primeiro destes deveria ser testemunhado: "Naqueles dias, depois daquela aflição, o Sol se escurecerá, e a Lua não dará a sua luz." Mar. 13:24. Os 1.260 dias, ou anos, terminaram em 1798. Um quarto de século antes, a perseguição tinha cessado quase inteiramente. Em seguida a esta perseguição, segundo as palavras de Cristo, o Sol deveria escurecer-se. A 19 de maio de 1780 cumpriu-se esta profecia.” - O Grande Conflito, pág. 305.

MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.

O sétimo selo é descrito em Apocalipse 8:1.

“Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora.” (Apocalipse 8:1)
Mas já no meio do sexto selo vemos a descrição da segunda vinda de Cristo e logo a seguir mostra que chegou o grande dia.
CHEGOU A HORA!

“E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:14 e 17)



Novamente aparece a pergunta:
Sabe a que conclusão chego ao estudar esta profecia?
ESTAMOS HÁ POUQUÍSSIMO TEMPO DA VOLTA DE JESUS.
Ou seja, FALTA MUITO POUCO TEMPO PARA JESUS VOLTAR.

“Cristo ordenara a Seu povo que atendesse aos sinais de seu advento e se regozijasse ao contemplar os indícios de seu vindouro Rei. "Quando estas coisas começarem a acontecer", disse Ele, "olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." Ele indicou a Seus seguidores as árvores a brotarem na primavera, e disse: "Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto." Luc. 21:28, 30 e 31.
Mas como o espírito de humildade e devoção na igreja cedera lugar ao orgulho e formalismo, esfriaram o amor a Cristo e a fé em Sua vinda. Absorto nas coisas mundanas e na busca de prazeres, o povo professo de Deus estava cego às instruções do Salvador relativas aos sinais de Seu aparecimento.
Quando o Salvador indicou a Seus seguidores os sinais de Sua volta, predisse o estado de apostasia que havia de existir precisamente antes de Seu segundo advento. Haveria, como nos dias de Noé, a atividade e a agitação das ocupações mundanas e da procura de prazeres - comprar, vender, plantar, edificar, casar, dar-se em casamento - com olvido de Deus e da vida futura. Para os que viverem nesse tempo, a advertência de Cristo é: "Olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia." "Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do homem." Luc. 21:34 e 36.
A condição da igreja neste tempo é indicada nas palavras do Salvador, em Apocalipse: "Tens nome de que vives, e estás morto." E aos que se recusam despertar de seu descuidoso sentimento de segurança, é dirigido este aviso solene: "Se não vigiares, virei a ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei." Apoc. 3:1 e 3.
Era necessário que os homens fossem advertidos do perigo; que se despertassem a fim de preparar-se para os acontecimentos solenes ligados ao final do tempo da graça.”
- O Grande Conflito, pág. 308 e 309.

Você percebe que também esta profecia está sendo cumprida?
Qual?

O estado da igreja nos dias de hoje. O Espírito de Profecia afirma que para estes que estiverem vivendo nesta situação de desinteresse, a segunda vinda de Cristo será como um ladrão.
Isso significa que se você não estiver vigiando, não saberá a que hora Jesus virá. Sendo assim, posso concluir que para aqueles que estiverem vigiando a vinda de Jesus não será como a chegada de um ladrão.
Tenho lido sobre a época em que Guilherme Miller iniciou sua pregação sobre a breve volta de Jesus e como houve um despertamento para o estudo das profecias. As pessoas dedicavam muito tempo estudando a palavra de Deus. A Sra. White falando sobre este período diz que a declaração: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." (Dan. 8:14) era uma passagem muito familiar ao povo que estava esperando a vinda do Senhor.
“Era esta profecia repetida com alegria pelos lábios de milhares, como a senha de sua fé. Todos sentiam que dos acontecimentos nela preditos dependiam suas mais brilhantes expectativas e mais acariciadas esperanças. Ficara demonstrado que estes dias proféticos terminariam no outono de 1844.” - História da Redenção, pág. 375.
Haviam muitas reuniões para aprenderem sobre estas profecias. Milhares de pessoas se reuniam para ouvir os pregadores do advento. O assunto, ou a “verdade presente” daquela época, era a volta de Jesus.
E agora analisando um pouco as profecias que acabamos de considerar, será que não deveríamos também estar estudando sobre a volta de Jesus? Será que não é tempo de falarmos mais sobre as profecias que apontam a volta do Senhor para os nossos dias? Não deveria ser a “a volta de Jesus” a verdade presente para os nossos dias?

“ Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.
Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.
Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.”
“ Regozijai-vos sempre.
Orai sem cessar.
Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Não apagueis o Espírito.
Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal.
O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”
(I Tessalonicenses 5:1 a 6 e 16 a 23)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

SETE IGREJAS NO LIVRO DO APOCALIPSE

Vamos iniciar o estudo do Apocalipse pelas sete igrejas que estão descritas em Apocalipse 1:4 até 3:21.
Tendo em vista que o propósito deste livro não é detalhar cada ítem ou mensagem destas profecias, não entrarei nos detalhes das igrejas, mas no aspecto do tempo. Pois, o objetivo principal é saber em que tempo estamos vivendo. Contudo não deixe de ler as lindas mensagens dadas as igrejas pois elas são úteis para os crentes de todas as épocas. Leia mais sobre esse assunto no livro de C. Mervyn Maxwell Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse.

Nestes capítulos de Apocalipse estão contidas mensagens para as igrejas de sete cidades: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia.

Cada nome deste tinha um significado especial: Éfeso significava “Desejável”; Esmirna, significava “Mirra”, um perfume muito famoso; Pérgamo significava “Exaltação”; Tiatira, “Cheiro Suave”; Sardes, “Canto de Alegria”; Filadélfia, “Amor Fraternal” e Laodicéia, “Julgamento do Povo”.

O que significam estas sete igrejas e por que estes nomes?

“Os nomes das sete igrejas são símbolos da igreja em diferentes períodos da era cristã. O número sete indica plenitude, e simboliza o fato de que as mensagens se estendem até o fim do tempo, enquanto os símbolos usados revelam o estado da igreja nos diversos períodos da história do mundo.” - Atos dos Apóstolos, pág. 585.

Sete igrejas = Sete períodos da igreja cristã, desde sua formação até o fim.

Os símbolos = O estado das igrejas em cada período da história.

Algumas igrejas foram elogiadas, outras advertidas. Algumas estariam “quentes”, outras não. Mas o livro do Apocalipse mostra Cristo andando no meio dos castiçais de ouro (as igrejas).

“Assim é simbolizada a Sua relação para com as igrejas. Ele está em constante comunicação com Seu povo. Conhece seu verdadeiro estado. Observa-lhe a ordem, piedade e devoção. Conquanto seja Sumo Sacerdote e Mediador no santuário celestial, é apresentado andando de um para outro lado entre as Suas igrejas terrestres.” - Atos dos Apóstolos, pág. 585.

Durante cada período da história das igrejas, Jesus sempre esteve e está com elas. E para cada uma Ele tem uma exortação e uma promessa para os vencedores.

Éfeso - 31-100 - O início do cristianismo.
Exortação - “Arrepende-te e pratica as primeiras obras.”
Promessa - “Dar-te-ei a comer da árvore da vida.”

Esmirna - 100-313 - Período em que a igreja foi muito perseguida.
Exortação - “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”
Promessa - “Não receberá o dano da segunda morte.”

Pérgamo - 313-538 - A igreja começou a absorver práticas do paganismo.
Exortação - “Arrepende-te.”
Promessa - “Darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca...”
Tiatira - 538-1560 - Período mais longo da igreja. Nesta época o culto pagão veio com todas as suas armadilhas para dentro da igreja.
Exortação - “O que tendes retende-o até que Eu venha.”
Promessa - “Eu lhe darei poder sôbre as nações.”

Sardes - Década de 1560 até a década de 1790. Do início da reforma até perto de 1798. A igreja iniciou bem, mas se acomodou.
Exortação - “Sê vigilante e confirma os restantes.”
Promessa - ‘Será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida.”

Filadélfia - Década de 1790 até a década de 1840. - Esse foi um período de pregação da Palavra de Deus e um novo impulso ao estudo da profecia.
Exortação - “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.”
Promessa - “Eu o farei coluna no templo de meu Deus.”

Laodicéia - 1844 até o fim. - Período do juízo investigativo. Tempo em que estamos vivendo.
Exortação - “Compres ouro provado no fogo..., vestidos brancos... unjas os teu olhos com colírio... Sê pois zeloso e arrepende-te.”
Promessa - “Assentar-se-á comigo no Meu trono.”
Tendo esse conhecimento podemos preencher a nossa linha do tempo.

Sabe a que conclusão chego com esta profecia?
ESTAMOS VIVENDO MUITO PRÓXIMO À VOLTA DE JESUS.
Percebeu que através do livro do Apocalipse, chegamos à mesma conclusão?
E agora sabendo disso o que se deve fazer?
A igreja de Laodicéia, tem alguns problemas graves. E nós estamos vivendo justamente dentro do período compreendido por esta última igreja. Mas o próprio livro do Apocalipse aponta a solução.

“Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te.” (Apocalipse 3:18 e 19)
O Espírito de Profecia diz para a última igreja, para mim e para você:

“Foram reveladas a João cenas de profundo e palpitante interesse na experiência da igreja. Viu ele a posição, os perigosos conflitos e o livramento final do povo de Deus. Ele registra as mensagens finais que devem amadurecer a seara da Terra, sejam os molhos para o celeiro celeste, ou os feixes para os fogos da destruição. Assuntos de vasta importância lhe foram desvendados, especialmente para a última igreja, a fim de que os que volvessem do erro para a verdade pudessem ser instruídos em relação aos perigos e conflitos que diante deles estariam. Ninguém necessita estar em trevas no que respeita àquilo que está para vir sobre a Terra.” - O Grande Conflito, pág. 342.

“O próprio Senhor revelou a Seu servo os mistérios contidos neste livro, e propõe que seja aberto ao estudo de todos. Suas verdades são dirigidas aos que vivem nos últimos dias da história da Terra, como o foram aos que viviam nos dias de João. Algumas das cenas descritas nesta profecia estão no passado e algumas estão agora tendo lugar; algumas apresentam-nos o fim do grande conflito entre os poderes das trevas e o Príncipe do Céu e algumas revelam os triunfos e o regozijo dos remidos na Terra renovada.
Que ninguém pense que por não poder explicar o significado de cada símbolo do Apocalipse, é-lhe inútil pesquisar este livro numa tentativa de conhecer o significado da verdade que ele contém. Aquele que revelou estes mistérios a João dará ao diligente pesquisador da verdade um antegozo das coisas celestiais. Aqueles cujo coração está aberto à recepção da verdade serão capacitados a compreender seus ensinos, e ser-lhes-á garantida a bênção prometida àqueles que "ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas". Apoc. 1:3.”
- Atos dos Apóstolos, pág. 585.

“As solenes mensagens que foram dadas, em sua ordem, no Apocalipse, devem ocupar o primeiro lugar no espírito do povo de Deus.” - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 278.

“Se nosso povo estivesse meio desperto, se reconhecesse a proximidade dos acontecimentos descritos no Apocalipse, realizar-se-ia uma reforma em nossas igrejas, e muitos mais creriam na mensagem.” - Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 118.

Então acorde! Vamos pedir ajuda aos céus para que essa reforma se inicie agora. Afinal de contas CHEGOU A HORA.

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Apocalipse 3:21 e 22)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Daniel e Apocalipse



Vou interromper um pouco o nosso estudo nas profecias de Daniel e passar, brevemente, para as profecias do Apocalipse. Existe uma bênção especial para os que estudam o Apocalipse.
“Bem-aventurado aquêle que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o fim está próximo.” (Apocalipse 1:3)
Esta não é uma maneira maravilhosa de se iniciar um livro?
Você será feliz se estudar o livro - as profecias do Apocalipse. E ele foi escrito para mostrar que o o fim está próximo.
Notem o que a Sra. White escreveu em alguns de seus livros sobre a importância do estudo do livro do Apocalipse:



“Acham-se sobre nós os perigos dos dias finais, e cumpre-nos vigiar e orar, e estudar e dar ouvidos às lições que nos são dadas nos livros de Daniel e de Apocalipse.” - Conselhos Sobre Educação, pág. 114.


“Há necessidade de mais íntimo estudo da Palavra de Deus; especialmente devem Daniel e Apocalipse merecer a atenção como nunca dantes na história de nossa obra.” - Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 112.


“As predições do livro do Apocalipse que ainda não se cumpriram logo se cumprirão. Esta profecia deve ser agora estudada com diligência pelo povo de Deus e compreendida claramente. Ela não encobre a verdade; nos previne com clareza, contando-nos o que haverá no futuro.” - Notebook Leaflets, vol.1 – Eventos Finais, pág. 15.


“O estudo do Apocalipse encaminha o espírito às profecias de Daniel, e ambos apresentam importantíssimas instruções, dadas por Deus ao homem, relativas a fatos a acontecerem no final da história deste mundo.
“...o Apocalipse é o suplemento de Daniel.”
- Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 114.


“Estudai o Apocalipse em ligação com Daniel; pois a história se repetirá. ... Nós, com todas as nossas vantagens religiosas, deveríamos conhecer hoje muito mais do que conhecemos.” - Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 116.


“O livro de Daniel é descerrado na revelação a João, e nos transporta para as últimas cenas da história da Terra.
Terão nossos irmãos em mente que estamos vivendo em meio aos perigos dos últimos dias? Lede Apocalipse em conexão com Daniel.”
- Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 115.


“Acham-se sobre nós os perigos dos derradeiros dias, e cumpre-nos vigiar e orar, e estudar e dar ouvidos às lições que nos são dadas nos livros de Daniel e de Apocalipse.” - Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 411.


“No Apocalipse todos os livros da Bíblia se encontram e se cumprem. Ali está o complemento do livro de Daniel. Um é uma profecia; o outro é uma revelação. O livro que foi selado não é o Apocalipse, mas a porção da profecia de Daniel relativa aos últimos dias.” - Atos dos Apóstolos, pág. 585.


Vamos então estudar um pouco do Apocalipse para vermos em que tempo estamos vivendo e quanto tempo ainda falta para a volta de Jesus.


“Na revelação a ele (João) dada foram desdobradas cena após cena de empolgante interesse na experiência do povo de Deus, e a história da igreja foi desvelada até o fim dos séculos.” - Atos dos Apóstolos, pág. 585.


“Tanto a Daniel quanto a João “foram apresentados vastos panoramas proféticos, os quais em sucessivos paralelos, traçaram o curso da história desde os seus dias até o fim do tempo.” - Uma Nova Era Segunda as Profecias do Apocalipse, 54.


Perceberam aqui a nossa linha do tempo?


O curso da história é traçada desde Daniel, ou desde João até o fim do tempo.


Já mencionei que as profecias de Daniel 2, 7 e 8 são paralelas entre si. Até as colocamos lado a lado em nossa linha do tempo. Você já percebeu que todas elas apontam para um final glorioso com o reino eterno de Cristo sendo implantado.
Com esse pensamento em mente “é razoável supor que as profecias do Apocalipse, acerca dos sete selos, das sete trombetas e das sete igrejas – tal como ocorre em Daniel – são também paralelas entre si e ocorrem simultaneamente, cobrindo o tempo desde os dias de João até o fim.”- Uma Nova Era Segunda as Profecias do Apocalipse, 94.

“Bem-aventurado aquêle que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o fim está próximo.” (Apocalipse 1:3)

domingo, 18 de outubro de 2009

O Final dos 2.300 Anos


Todos os detalhes da profecia se cumpriram fielmente. Isto imprime um selo de garantia sobre o restante da profecia. O texto dizia:
Ele me disse: ATÉ DUAS MIL E TREZENTAS TARDES E MANHÃS; E O SANTUÁRIO SERÁ PURIFICADO.” (Daniel 8:12 a 14)

Se continuarmos contando o tempo, avançando 2.300 anos a partir do outono de 457 a.C., chegamos ao outono de 1844 a.D. (note o gráfico)

O que ocorreu nesta data (1844)? Ou o que ocorreu e está ocorrendo a partir desta data?
Para entender plenamente os acontecimentos desta profecia seria interessante ler todo o livro Cristo em seu Santuário, de Ellen G. White. Mas vamos rapidamente lembrar algo sobre a descoberta desta profecia.

O Estudo Dessa Profecia por Guilherme Miller

Guilherme Miller, um lavrador íntegro e de sentimentos honestos, foi o homem especialmente escolhido por Deus para iniciar a proclamação da segunda vinda de Cristo. Aos trinta e quatro anos diz ele “Fui constrangido a admitir que as Escrituras devem ser uma revelação de Deus. A Bíblia tornou-se então o meu estudo principal e, posso em verdade dizer, pesquisava-a com grande prazer. Vi que a metade nunca se me havia dito. Admirava-me de que me não tivesse apercebido antes, de sua beleza e glória; e maravilhava-me de que já a pudesse haver rejeitado. Tudo que o coração poderia desejar, encontrei revelado, como um remédio para toda enfermidade do espírito. Perdi todo o gosto para outra leitura, e apliquei o coração a obter a sabedoria de Deus." Memórias de Guilherme Miller, S. Bliss.
Estudando os livros proféticos de Daniel e Apocalipse percebeu que as profecias podiam ser compreendidas. Claro que a segunda vinda de Cristo foi um dos seus assuntos prediletos. E pouco a pouco descobriu muito a respeito desta esperança de todos os cristãos.
"Outra espécie de prova que vivamente me impressionava o espírito", diz ele, "era a cronologia das Escrituras. (o tempo) (Eu) ...não poderia deixar de considerar as porções cronológicas da Bíblia senão como uma parte da Palavra de Deus, e com tanto direito à nossa séria consideração como qualquer outra porção dela. Senti, pois, que, esforçando-me por compreender o que Deus em Sua misericórdia achou conveniente revelar-nos, eu não tinha direito de omitir os períodos proféticos." Bliss.
Ele começou a estudar a profecia das 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8 e 9) e chegou a conclusão que Cristo voltaria a Terra em 1844. Miller aceitou a opinião geralmente acolhida, de que na Era Cristã a Terra é o santuário, e, portanto, compreendeu que a purificação do santuário predita em Daniel 8:14 representava a purificação da Terra pelo fogo, ou seja, a segunda vinda de Cristo.
"Solenemente convencido de que as Santas Escrituras anunciavam o cumprimento de tão importantes acontecimentos em tão curto espaço de tempo, surgiu com força em minha alma a questão de saber qual meu dever para com o mundo, em face da evidência que comovera a meu próprio espírito." Bliss.
Do mesmo modo que os primeiros discípulos, Guilherme Miller e seus companheiros não compreenderam inteiramente o significado da mensagem que apresentavam.
Miller adotou a opinião geralmente mantida de que a Terra é o santuário, crendo que a purificação deste representava a purificação da Terra pelo fogo, à vinda do Senhor. Quando, pois, achou que o termino dos 2.300 dias estava definidamente predito, concluiu que isto revelava o tempo do segundo advento. Seu erro resultou de aceitar a opinião popular quanto ao que constitui o santuário.
E quando chegou a data marcada milhares de pessoas aguardavam com ansiedade o retorno de Jesus. Mas ele não veio. O que estava errado? O que realmente aconteceu em 1844?
Todos os itens da profecia, como o início dos 2.300 anos em 457 a.C.; as sessenta e nove semanas, os primeiros 483 anos dos 2.300 anos que se estenderiam até o ano 27 de nossa era quando ocorreu a unção de Jesus no seu batismo; no meio da septuagésima semana o messias seria tirado e isto ocorreu na primavera de 31, Cristo foi crucificado. Tudo se cumpriu.
As setenta semanas terminaram com a rejeição de Cristo pelos judeus, e isto foi verificado com o apedrejamento de Estevão no ano 34 aonde finalizavam as 70 semanas – 490 anos.
Terminado os 490 anos, ainda restavam 1.810 que terminaram em 1844.
Tudo se cumpriu matematicamente.
Mas e 1844?
“Tanto a profecia de Daniel 8:14 - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado" - como a mensagem do primeiro anjo - "Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo" - indicavam o ministério de Cristo no lugar santíssimo, o juízo investigativo, e não a vinda de Cristo para resgatar o Seu povo e destruir os ímpios. O engano fora, não na contagem dos períodos proféticos, mas no acontecimento a ocorrer no fim dos 2.300 dias. Cristo aparecera, não à Terra, como esperavam, mas, conforme fora prefigurado tipicamente, ao lugar santíssimo do templo de Deus, no Céu. É Ele representado, pelo profeta Daniel, como estando a vir, nesse tempo, ao Ancião de Dias: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o Filho do homem: e dirigiu-Se" não à Terra, mas - "ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele." Dan. 7:13.” - Cristo em Seu Santuário, pág. 98.

Estamos vivendo no tempo do JUÍZO INVESTIGATIVO, O TEMPO DO JULGAMENTO. UM TEMPO EM QUE CADA CASO ESTÁ SENDO JULGADO.
Todo julgamento tem diversas fases. E C. Mervyn Maxwell em seu livro Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, na página 249, apresenta as fases deste mesmo julgamento: uma antes, outra durante, e duas depois da segunda vinda de Cristo. Notem como ele apresenta estas fases:

- “Julgamento antes da segunda vinda. O Filho do homem vem ao Ancião de Dias (Daniel 7:9-15, 26 e 27), purifica o santuário (Daniel 8:14) e efetua a investigação dos livros (Daniel 7:10), a fim de constatar quem está qualificado para continuar com seu nome no livro da vida.”
Estamos vivendo neste período que se iniciou em 1844.
- “Julgamento por ocasião da segunda vinda. O Filho do homem, assentado no trono de glória, separa as ovelhas dos bodes. (S. Mateus 25:31-46)
- “Julgamento após a segunda vinda:
a. Durante os mil anos, os santos sentam-se em tronos, e o juízo lhes é atribuído, no sentido de examinarem os registros do mundo e dos anjos caídos. (Apocalipse 20:4; I Coríntios 6:2 e 3)
b. Encerrando-se os mil anos, é pronunciada a sentença e executado o juízo contra todos os perdidos. Estes, bem como a própria morte, são lançados no lago de fogo ardente. (Apocalipse 20:12-15)
Estas diferentes fases do julgamento final ele chama como sendo “o juízo investigativo, de separação, de exame e de execução”. A fase que se iniciou em 1844 – a primeira das quatro fases do juízo final – é a fase de “juízo investigativo”, ou – talvez em termos mais simples – o julgamento “pré-advento”.
Já estamos vivendo no período do julgamento e este pode ser o momento em que você pode estar sendo julgado para receber a sua sentença: vida ou morte eterna.
“Tanto a profecia de Daniel 8:14 - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado" - como a mensagem do primeiro anjo - "Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo" - indicavam o ministério de Cristo no lugar santíssimo, o juízo investigativo, e não a vinda de Cristo para resgatar o Seu povo e destruir os ímpios. O engano fora, não na contagem dos períodos proféticos, mas no acontecimento a ocorrer no fim dos 2.300 dias. Por este erro, os crentes sofreram desapontamento; entretanto, cumprira-se tudo que estava predito pela profecia e que podiam eles com autoridade bíblica esperar. Ao mesmo tempo em que lamentavam a ruína de suas esperanças, transcorrera o acontecimento que fora predito pela mensagem, e que deveria cumprir-se antes que o Senhor aparecesse para recompensar a Seus servos.
Cristo aparecera, não à Terra, como esperavam, mas, conforme fora prefigurado tipicamente, ao lugar santíssimo do templo de Deus, no Céu. É Ele representado, pelo profeta Daniel, como estando a vir, nesse tempo, ao Ancião de Dias: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o Filho do homem: e dirigiu-Se" não à Terra, mas - "ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele." Dan. 7:13.
Esta vinda é também predita pelo profeta Malaquias: "De repente virá ao Seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo do concerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos exércitos." Mal. 3:1. A vinda do Senhor a Seu templo foi súbita, inesperada, para Seu povo. Não O buscaram ali. Esperavam que viesse à Terra, "como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho". II Tess. 1:8.
O povo, porém, ainda não estava preparado para encontrar-se com o Senhor. Havia ainda uma obra de preparo a ser por eles cumprida. Ser-lhes-ia proporcionada luz, dirigindo-lhes a mente ao templo de Deus, no Céu; e, ao seguirem eles, pela fé, ao Sumo Sacerdote em Seu ministério ali, novos deveres seriam revelados. Outra mensagem de advertência e instrução deveria dar-se à igreja.
Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarão prontos para o Seu aparecimento. "E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos." Mal. 3:4. Então a igreja que nosso Senhor deve receber para Si, à Sua vinda, será "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Então ela aparecerá "como a alva do dia, formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras". Cant. 6:10.
Diz o profeta: "Quem suportará o dia da Sua vinda? E quem subsistirá quando Ele aparecer? Porque Ele será como o fogo dos ourives e como o sabão dos lavandeiros. E assentar-Se-á, afinando e purificando a prata; e purificará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata: então ao Senhor trarão ofertas em justiça." Mal. 3:2 e 3. Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal. Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra. Esta obra é mais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 de Apocalipse.”
- O Grande Conflito, pág. 425.
Recomendo a leitura de todo o capítulo 24 do livro O Grande Conflito, cujo sujestivo título é: “Quando Começa o Julgamento Divino”.

“Em 1844 nosso grande Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo do santuário celeste, para iniciar a obra do juízo investigativo. Os casos dos justos mortos têm estado a passar em revista diante de Deus. Quando esta obra se completar, o juízo deve ser pronunciado sobre os vivos. Quão preciosos, quão importantes são estes solenes momentos! Cada um de nós tem um caso impendente no tribunal celeste. Temos, individualmente, de ser julgados pelos atos praticados no corpo.
No serviço simbólico, quando era efetuada a obra da expiação pelo sumo sacerdote no lugar santíssimo do santuário terrestre, requeria-se do povo que afligisse sua alma diante de Deus, e confessasse seus pecados, para que fossem expiados e apagados. Será exigido menos de nós neste dia antitípico de expiação, quando Cristo está intercedendo por Seu povo no santuário celeste, e deverá ser proferida a decisão final, irrevogável sobre cada caso?”
- Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 125.

“Enquanto os homens ainda estão sobre a Terra, é que a obra do juízo investigativo se efetua nas cortes celestes. A vida de todos os Seus professos seguidores é passada em revista perante Deus; todos são examinados de conformidade com os relatórios nos livros do Céu, e o destino de cada um é fixado para sempre de acordo com seus atos.” - Parábolas de Jesus, pág. 310.

“A vida é muito curta para ser esbanjada. Temos somente poucos dias de graça para nos prepararmos para a eternidade. Não temos tempo para dissipar, tempo para devotar aos prazeres egoístas, tempo para contemporizar com o pecado. Agora é que nos devemos formar o caráter para a futura vida imortal. Agora é que nos devemos preparar para o juízo investigativo.” - Parábolas de Jesus, pág. 342.

“O assunto do santuário e do juízo investigativo deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus. Todos necessitam para si mesmos de conhecimento sobre a posição e obra de seu grande Sumo Sacerdote. Aliás, ser-lhes-á impossível exercerem a fé que é essencial neste tempo, ou ocupar a posição que Deus lhes deseja confiar. Cada indivíduo tem uma alma a salvar ou a perder. Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias!
Todos os que receberam luz sobre estes assuntos devem dar testemunho das grandes verdades que Deus lhes confiou. O santuário no Céu é o próprio centro da obra de Cristo em favor dos homens. Diz respeito a toda a alma que vive sobre a Terra. Patenteia-nos o plano da redenção, transportando-nos mesmo até o final do tempo, e revelando o desfecho triunfante da controvérsia entre a justiça e o pecado. É da máxima importância que todos investiguem acuradamente estes assuntos, e possam dar resposta a qualquer que lhes peça a razão da esperança que neles há.”
- O Grande Conflito, pág. 488 e 489.

“Como antigamente os pecados do povo eram transferidos, em figura, para o santuário terrestre mediante o sangue da oferta pelo pecado, assim nossos pecados são, de fato, transferidos para o santuário celestial, mediante o sangue de Cristo. E como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais se poluíra, conseqüentemente, a real purificação do santuário celeste deve efetuar-se pela remoção, ou apagamento, dos pecados que ali estão registrados. Isso necessita um exame dos livros de registro para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de Sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma obra de juízo investigativo. Isto deve efetuar-se antes da vinda de Cristo para resgatar Seu povo, pois quando vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras. Apoc. 22:12.
Assim, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo à Terra, ao terminarem os 2300 dias em 1844, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celestial, na presença de Deus, para levar a efeito a obra final da expiação, preparatória para Sua vinda.”
- A História da Redenção, pág. 378.

“Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra. Esta obra é mais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 de Apocalipse. ...
Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarão prontos para o Seu aparecimento. "E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos." Mal. 3:4. Então a igreja que nosso Senhor deve receber para Si, à Sua vinda, será "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Então ela aparecerá "como a alva do dia, formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras". Cant. 6:10.”
- Cristo em Seu Santuário, pág. 99.

“Quando se encerrar o juízo de investigação, Cristo virá, e Seu galardão estará com Ele para dar a cada um segundo for a sua obra.” - O Grande Conflito, pág. 485.

Não deixe de ler todo o capítulo 28 do livro O Grande Conflito que tem como título “O Grande Juízo Investigativo”. As revelações de Deus estão a disposição de todos que querem ser “sábios”. E este é o momento de procurar o conhecimento que vem da fonte: o próprio Deus.
Hoje, temos à nossa disposição a Bíblia e o Espírito de Profecia. Às vezes eu me pergunto: Por quê será que algumas pessoas não lêem a Bíblia e nem se preocupam em conhecer o Espírito de Profecia? Será que eles pretendem ler a Palavra de Deus no período da “grande tribulação”?
Haverá um período em que a Palavra de Deus deverá estar na mente de cada filho de Deus para poder resistir nos dias maus.
Afinal de contas você não está deixando pra ler a Bíblia no Céu, não é verdade? Aqueles que assim procedem podem perder a chance e nunca mais ler a Bíblia Sagrada.
“Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR. E irão errantes de um mar até outro mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do SENHOR, mas não a acharão.” (Amós 8:1 e 12)
Me chama a atenção que o inimigo é um estudante da Bíblia Sagrada, e ao estudar as profecias sabe que pouco tempo lhe resta:
"Satanás é diligente estudante da Bíblia. Sabe que seu tempo é curto e procura em todos os pontos opor-se à obra do Senhor na Terra.”Conselhos Para a Igreja, pág. 38.
E como nós não queremos ficar para trás, mas conhecermos mais sobre o tempo que ainda nos resta, vamos em frente com o nosso estudo.
Vamos revisar a nossa linha do tempo:

MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.

Todas as especificações da profecia se cumpriram nos mínimos detalhes em relação ao ministério terrestre de Cristo, o que imprime um selo de garantia sobre o restante da profecia que diz respeito à purificação do santuário celestial. Avançando 2.300 anos a partir do outono de 457 a.C., chega-se ao outono de 1844 a.D., quando Jesus, Sumo Sacerdote do Céu, à semelhança do que se fazia no dia da expiação, entrou no Lugar Santíssimo para purificar o santuário. Em 1844, Jesus deu início à última etapa de Seu ministério intercessório, após o qual Ele voltará para buscar o Seu povo.
Sabe a que conclusão chego com esta profecia?

ESTAMOS VIVENDO MUITO PRÓXIMO AO TEMPO DA VOLTA DE JESUS. REALMENTE FALTA POUCO TEMPO.
MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.


“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:30 e 31)