Livro completo "Chegou a Hora"

domingo, 18 de outubro de 2009

O Final dos 2.300 Anos


Todos os detalhes da profecia se cumpriram fielmente. Isto imprime um selo de garantia sobre o restante da profecia. O texto dizia:
Ele me disse: ATÉ DUAS MIL E TREZENTAS TARDES E MANHÃS; E O SANTUÁRIO SERÁ PURIFICADO.” (Daniel 8:12 a 14)

Se continuarmos contando o tempo, avançando 2.300 anos a partir do outono de 457 a.C., chegamos ao outono de 1844 a.D. (note o gráfico)

O que ocorreu nesta data (1844)? Ou o que ocorreu e está ocorrendo a partir desta data?
Para entender plenamente os acontecimentos desta profecia seria interessante ler todo o livro Cristo em seu Santuário, de Ellen G. White. Mas vamos rapidamente lembrar algo sobre a descoberta desta profecia.

O Estudo Dessa Profecia por Guilherme Miller

Guilherme Miller, um lavrador íntegro e de sentimentos honestos, foi o homem especialmente escolhido por Deus para iniciar a proclamação da segunda vinda de Cristo. Aos trinta e quatro anos diz ele “Fui constrangido a admitir que as Escrituras devem ser uma revelação de Deus. A Bíblia tornou-se então o meu estudo principal e, posso em verdade dizer, pesquisava-a com grande prazer. Vi que a metade nunca se me havia dito. Admirava-me de que me não tivesse apercebido antes, de sua beleza e glória; e maravilhava-me de que já a pudesse haver rejeitado. Tudo que o coração poderia desejar, encontrei revelado, como um remédio para toda enfermidade do espírito. Perdi todo o gosto para outra leitura, e apliquei o coração a obter a sabedoria de Deus." Memórias de Guilherme Miller, S. Bliss.
Estudando os livros proféticos de Daniel e Apocalipse percebeu que as profecias podiam ser compreendidas. Claro que a segunda vinda de Cristo foi um dos seus assuntos prediletos. E pouco a pouco descobriu muito a respeito desta esperança de todos os cristãos.
"Outra espécie de prova que vivamente me impressionava o espírito", diz ele, "era a cronologia das Escrituras. (o tempo) (Eu) ...não poderia deixar de considerar as porções cronológicas da Bíblia senão como uma parte da Palavra de Deus, e com tanto direito à nossa séria consideração como qualquer outra porção dela. Senti, pois, que, esforçando-me por compreender o que Deus em Sua misericórdia achou conveniente revelar-nos, eu não tinha direito de omitir os períodos proféticos." Bliss.
Ele começou a estudar a profecia das 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8 e 9) e chegou a conclusão que Cristo voltaria a Terra em 1844. Miller aceitou a opinião geralmente acolhida, de que na Era Cristã a Terra é o santuário, e, portanto, compreendeu que a purificação do santuário predita em Daniel 8:14 representava a purificação da Terra pelo fogo, ou seja, a segunda vinda de Cristo.
"Solenemente convencido de que as Santas Escrituras anunciavam o cumprimento de tão importantes acontecimentos em tão curto espaço de tempo, surgiu com força em minha alma a questão de saber qual meu dever para com o mundo, em face da evidência que comovera a meu próprio espírito." Bliss.
Do mesmo modo que os primeiros discípulos, Guilherme Miller e seus companheiros não compreenderam inteiramente o significado da mensagem que apresentavam.
Miller adotou a opinião geralmente mantida de que a Terra é o santuário, crendo que a purificação deste representava a purificação da Terra pelo fogo, à vinda do Senhor. Quando, pois, achou que o termino dos 2.300 dias estava definidamente predito, concluiu que isto revelava o tempo do segundo advento. Seu erro resultou de aceitar a opinião popular quanto ao que constitui o santuário.
E quando chegou a data marcada milhares de pessoas aguardavam com ansiedade o retorno de Jesus. Mas ele não veio. O que estava errado? O que realmente aconteceu em 1844?
Todos os itens da profecia, como o início dos 2.300 anos em 457 a.C.; as sessenta e nove semanas, os primeiros 483 anos dos 2.300 anos que se estenderiam até o ano 27 de nossa era quando ocorreu a unção de Jesus no seu batismo; no meio da septuagésima semana o messias seria tirado e isto ocorreu na primavera de 31, Cristo foi crucificado. Tudo se cumpriu.
As setenta semanas terminaram com a rejeição de Cristo pelos judeus, e isto foi verificado com o apedrejamento de Estevão no ano 34 aonde finalizavam as 70 semanas – 490 anos.
Terminado os 490 anos, ainda restavam 1.810 que terminaram em 1844.
Tudo se cumpriu matematicamente.
Mas e 1844?
“Tanto a profecia de Daniel 8:14 - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado" - como a mensagem do primeiro anjo - "Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo" - indicavam o ministério de Cristo no lugar santíssimo, o juízo investigativo, e não a vinda de Cristo para resgatar o Seu povo e destruir os ímpios. O engano fora, não na contagem dos períodos proféticos, mas no acontecimento a ocorrer no fim dos 2.300 dias. Cristo aparecera, não à Terra, como esperavam, mas, conforme fora prefigurado tipicamente, ao lugar santíssimo do templo de Deus, no Céu. É Ele representado, pelo profeta Daniel, como estando a vir, nesse tempo, ao Ancião de Dias: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o Filho do homem: e dirigiu-Se" não à Terra, mas - "ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele." Dan. 7:13.” - Cristo em Seu Santuário, pág. 98.

Estamos vivendo no tempo do JUÍZO INVESTIGATIVO, O TEMPO DO JULGAMENTO. UM TEMPO EM QUE CADA CASO ESTÁ SENDO JULGADO.
Todo julgamento tem diversas fases. E C. Mervyn Maxwell em seu livro Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, na página 249, apresenta as fases deste mesmo julgamento: uma antes, outra durante, e duas depois da segunda vinda de Cristo. Notem como ele apresenta estas fases:

- “Julgamento antes da segunda vinda. O Filho do homem vem ao Ancião de Dias (Daniel 7:9-15, 26 e 27), purifica o santuário (Daniel 8:14) e efetua a investigação dos livros (Daniel 7:10), a fim de constatar quem está qualificado para continuar com seu nome no livro da vida.”
Estamos vivendo neste período que se iniciou em 1844.
- “Julgamento por ocasião da segunda vinda. O Filho do homem, assentado no trono de glória, separa as ovelhas dos bodes. (S. Mateus 25:31-46)
- “Julgamento após a segunda vinda:
a. Durante os mil anos, os santos sentam-se em tronos, e o juízo lhes é atribuído, no sentido de examinarem os registros do mundo e dos anjos caídos. (Apocalipse 20:4; I Coríntios 6:2 e 3)
b. Encerrando-se os mil anos, é pronunciada a sentença e executado o juízo contra todos os perdidos. Estes, bem como a própria morte, são lançados no lago de fogo ardente. (Apocalipse 20:12-15)
Estas diferentes fases do julgamento final ele chama como sendo “o juízo investigativo, de separação, de exame e de execução”. A fase que se iniciou em 1844 – a primeira das quatro fases do juízo final – é a fase de “juízo investigativo”, ou – talvez em termos mais simples – o julgamento “pré-advento”.
Já estamos vivendo no período do julgamento e este pode ser o momento em que você pode estar sendo julgado para receber a sua sentença: vida ou morte eterna.
“Tanto a profecia de Daniel 8:14 - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado" - como a mensagem do primeiro anjo - "Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo" - indicavam o ministério de Cristo no lugar santíssimo, o juízo investigativo, e não a vinda de Cristo para resgatar o Seu povo e destruir os ímpios. O engano fora, não na contagem dos períodos proféticos, mas no acontecimento a ocorrer no fim dos 2.300 dias. Por este erro, os crentes sofreram desapontamento; entretanto, cumprira-se tudo que estava predito pela profecia e que podiam eles com autoridade bíblica esperar. Ao mesmo tempo em que lamentavam a ruína de suas esperanças, transcorrera o acontecimento que fora predito pela mensagem, e que deveria cumprir-se antes que o Senhor aparecesse para recompensar a Seus servos.
Cristo aparecera, não à Terra, como esperavam, mas, conforme fora prefigurado tipicamente, ao lugar santíssimo do templo de Deus, no Céu. É Ele representado, pelo profeta Daniel, como estando a vir, nesse tempo, ao Ancião de Dias: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o Filho do homem: e dirigiu-Se" não à Terra, mas - "ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele." Dan. 7:13.
Esta vinda é também predita pelo profeta Malaquias: "De repente virá ao Seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo do concerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos exércitos." Mal. 3:1. A vinda do Senhor a Seu templo foi súbita, inesperada, para Seu povo. Não O buscaram ali. Esperavam que viesse à Terra, "como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho". II Tess. 1:8.
O povo, porém, ainda não estava preparado para encontrar-se com o Senhor. Havia ainda uma obra de preparo a ser por eles cumprida. Ser-lhes-ia proporcionada luz, dirigindo-lhes a mente ao templo de Deus, no Céu; e, ao seguirem eles, pela fé, ao Sumo Sacerdote em Seu ministério ali, novos deveres seriam revelados. Outra mensagem de advertência e instrução deveria dar-se à igreja.
Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarão prontos para o Seu aparecimento. "E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos." Mal. 3:4. Então a igreja que nosso Senhor deve receber para Si, à Sua vinda, será "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Então ela aparecerá "como a alva do dia, formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras". Cant. 6:10.
Diz o profeta: "Quem suportará o dia da Sua vinda? E quem subsistirá quando Ele aparecer? Porque Ele será como o fogo dos ourives e como o sabão dos lavandeiros. E assentar-Se-á, afinando e purificando a prata; e purificará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata: então ao Senhor trarão ofertas em justiça." Mal. 3:2 e 3. Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal. Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra. Esta obra é mais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 de Apocalipse.”
- O Grande Conflito, pág. 425.
Recomendo a leitura de todo o capítulo 24 do livro O Grande Conflito, cujo sujestivo título é: “Quando Começa o Julgamento Divino”.

“Em 1844 nosso grande Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo do santuário celeste, para iniciar a obra do juízo investigativo. Os casos dos justos mortos têm estado a passar em revista diante de Deus. Quando esta obra se completar, o juízo deve ser pronunciado sobre os vivos. Quão preciosos, quão importantes são estes solenes momentos! Cada um de nós tem um caso impendente no tribunal celeste. Temos, individualmente, de ser julgados pelos atos praticados no corpo.
No serviço simbólico, quando era efetuada a obra da expiação pelo sumo sacerdote no lugar santíssimo do santuário terrestre, requeria-se do povo que afligisse sua alma diante de Deus, e confessasse seus pecados, para que fossem expiados e apagados. Será exigido menos de nós neste dia antitípico de expiação, quando Cristo está intercedendo por Seu povo no santuário celeste, e deverá ser proferida a decisão final, irrevogável sobre cada caso?”
- Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 125.

“Enquanto os homens ainda estão sobre a Terra, é que a obra do juízo investigativo se efetua nas cortes celestes. A vida de todos os Seus professos seguidores é passada em revista perante Deus; todos são examinados de conformidade com os relatórios nos livros do Céu, e o destino de cada um é fixado para sempre de acordo com seus atos.” - Parábolas de Jesus, pág. 310.

“A vida é muito curta para ser esbanjada. Temos somente poucos dias de graça para nos prepararmos para a eternidade. Não temos tempo para dissipar, tempo para devotar aos prazeres egoístas, tempo para contemporizar com o pecado. Agora é que nos devemos formar o caráter para a futura vida imortal. Agora é que nos devemos preparar para o juízo investigativo.” - Parábolas de Jesus, pág. 342.

“O assunto do santuário e do juízo investigativo deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus. Todos necessitam para si mesmos de conhecimento sobre a posição e obra de seu grande Sumo Sacerdote. Aliás, ser-lhes-á impossível exercerem a fé que é essencial neste tempo, ou ocupar a posição que Deus lhes deseja confiar. Cada indivíduo tem uma alma a salvar ou a perder. Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias!
Todos os que receberam luz sobre estes assuntos devem dar testemunho das grandes verdades que Deus lhes confiou. O santuário no Céu é o próprio centro da obra de Cristo em favor dos homens. Diz respeito a toda a alma que vive sobre a Terra. Patenteia-nos o plano da redenção, transportando-nos mesmo até o final do tempo, e revelando o desfecho triunfante da controvérsia entre a justiça e o pecado. É da máxima importância que todos investiguem acuradamente estes assuntos, e possam dar resposta a qualquer que lhes peça a razão da esperança que neles há.”
- O Grande Conflito, pág. 488 e 489.

“Como antigamente os pecados do povo eram transferidos, em figura, para o santuário terrestre mediante o sangue da oferta pelo pecado, assim nossos pecados são, de fato, transferidos para o santuário celestial, mediante o sangue de Cristo. E como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais se poluíra, conseqüentemente, a real purificação do santuário celeste deve efetuar-se pela remoção, ou apagamento, dos pecados que ali estão registrados. Isso necessita um exame dos livros de registro para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de Sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma obra de juízo investigativo. Isto deve efetuar-se antes da vinda de Cristo para resgatar Seu povo, pois quando vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras. Apoc. 22:12.
Assim, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo à Terra, ao terminarem os 2300 dias em 1844, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celestial, na presença de Deus, para levar a efeito a obra final da expiação, preparatória para Sua vinda.”
- A História da Redenção, pág. 378.

“Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra. Esta obra é mais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 de Apocalipse. ...
Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarão prontos para o Seu aparecimento. "E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos." Mal. 3:4. Então a igreja que nosso Senhor deve receber para Si, à Sua vinda, será "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Então ela aparecerá "como a alva do dia, formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras". Cant. 6:10.”
- Cristo em Seu Santuário, pág. 99.

“Quando se encerrar o juízo de investigação, Cristo virá, e Seu galardão estará com Ele para dar a cada um segundo for a sua obra.” - O Grande Conflito, pág. 485.

Não deixe de ler todo o capítulo 28 do livro O Grande Conflito que tem como título “O Grande Juízo Investigativo”. As revelações de Deus estão a disposição de todos que querem ser “sábios”. E este é o momento de procurar o conhecimento que vem da fonte: o próprio Deus.
Hoje, temos à nossa disposição a Bíblia e o Espírito de Profecia. Às vezes eu me pergunto: Por quê será que algumas pessoas não lêem a Bíblia e nem se preocupam em conhecer o Espírito de Profecia? Será que eles pretendem ler a Palavra de Deus no período da “grande tribulação”?
Haverá um período em que a Palavra de Deus deverá estar na mente de cada filho de Deus para poder resistir nos dias maus.
Afinal de contas você não está deixando pra ler a Bíblia no Céu, não é verdade? Aqueles que assim procedem podem perder a chance e nunca mais ler a Bíblia Sagrada.
“Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR. E irão errantes de um mar até outro mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do SENHOR, mas não a acharão.” (Amós 8:1 e 12)
Me chama a atenção que o inimigo é um estudante da Bíblia Sagrada, e ao estudar as profecias sabe que pouco tempo lhe resta:
"Satanás é diligente estudante da Bíblia. Sabe que seu tempo é curto e procura em todos os pontos opor-se à obra do Senhor na Terra.”Conselhos Para a Igreja, pág. 38.
E como nós não queremos ficar para trás, mas conhecermos mais sobre o tempo que ainda nos resta, vamos em frente com o nosso estudo.
Vamos revisar a nossa linha do tempo:

MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.

Todas as especificações da profecia se cumpriram nos mínimos detalhes em relação ao ministério terrestre de Cristo, o que imprime um selo de garantia sobre o restante da profecia que diz respeito à purificação do santuário celestial. Avançando 2.300 anos a partir do outono de 457 a.C., chega-se ao outono de 1844 a.D., quando Jesus, Sumo Sacerdote do Céu, à semelhança do que se fazia no dia da expiação, entrou no Lugar Santíssimo para purificar o santuário. Em 1844, Jesus deu início à última etapa de Seu ministério intercessório, após o qual Ele voltará para buscar o Seu povo.
Sabe a que conclusão chego com esta profecia?

ESTAMOS VIVENDO MUITO PRÓXIMO AO TEMPO DA VOLTA DE JESUS. REALMENTE FALTA POUCO TEMPO.
MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.


“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:30 e 31)