Livro completo "Chegou a Hora"

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OS SETE SELOS DO APOCALIPSE

Esta profecia se encontra em Apocalipse, entre os capítulos 5:1 até 8:1.
“Os selos representam acontecimentos de um caráter religioso, e contêm a história da igreja desde o início da era cristã até à vinda de Cristo...” As Profecias do Apocalipse, pág. 83. E vamos estudar essa profecia comparando com a profecia anterior sobre as sete igrejas.

Embora alguns tenham delimitado datas para cada selo, é muito difícil determinar uma data específica onde começa ou onde termina cada período simbolizado por cada um dos sete selos. Todavia é possível determinar épocas.
Ao abrir o primeiro selo, João viu...
“...um cavalo branco, e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo para vencer.” (Apocalipse 6:1 e 2)

Esse é um excelente símbolo para o início da igreja Cristã. A brancura indicando a pureza do iníco da igreja. “O símbolo de um guerreiro espiritual ou celestial; denota a hoste do Senhor, isto é, Sua igreja militante, brilhando em sua primitiva pureza e saindo numa carreira vitoriosa.” Revelações do Apocalipse, Roy A. Anderson, pág. 75.
PRIMEIRO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Branco
DESCRIÇÃO = Cavaleiro com coroa e saiu vencendo e para vencer. (Apoc. 6:1 e 2)
TEMPO = Primeiro Século (até ao final do ano 100 d.C.)

Ao abrir o segundo selo, João viu...
“...outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada.” (Apocalipse 6:3 e 4)
“Se a alvura do primeiro cavalo representava a pureza do Evangelho, o rubor do segundo deve representar que neste período começava a corromper-se aquela pureza original... Começaram a levantar-se erros. Introduziu-se o mundanismo; o poder eclesiástico procurou aliança com o secular, donde resultaram perturbações e comoções.” As Profecias do Apocalipse, 85.
“...A terrível arma que ele portava, indica-nos que, após a primeira e mais pura era do cristianismo, o espírito de amor e paz devia retirar-se da igreja visível, e ser substituído por um espírito de discórdia, de dissensão e controvérsia, num zelo feroz e violento, instigando os cristãos a se destruírem uns aos outros.” As Revelações do Apocalipse, 76.

SEGUNDO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Vermelho
DESCRIÇÃO = Poder para tirar a paz da Terra
TEMPO = Segundo século até o edito de Milão em 313.


Ao abrir o terceiro selo, João viu...
“...um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.” (Apocalipse 6:5 e 6)
Um cavalo preto simbolizando a corrupção que tomou conta da igreja. “A igreja caiu de sua elevada condição! Iniciada em pureza e poder, a igreja tornou-se corrompida e está agora sujeita aos poderes das trevas. O comercialismo substiuiu sua piedade. O preto, símbolo do mal, do erro, da derrota, de trevas morais e espirituais, substituiu a pureza com que a igreja começara suas conquistas.
À medida que ia jorrando cada vez mais de sua fonte, o cristianismo ia-se tornando mais corrompido em sua corrente, e, com o passar dos séculos, a superstição avançava também; e... fantasias de purgatório, e fraudes piedosas, e o culto às imagens, santos e relíquias, tomavam o lugar do cristianismo puro e simples: e afinal o Livro de Deus é posto de lado e substituído por histórias lendárias e ‘tradição dos homens’, sendo todas essas corrupções coletadas e organizadas num regular sistema de superstição e opressão.” As Revelações do Apocalipse, 77.
“A balança significava que a religião e o poder civil se haviam de unir na pessoa que administraria o poder executivo do governo, e que pretenderia a autoridade judicial tanto sobre a igreja como sobre o Estado.”
“As medidas de trigo e cevada, por um denário significavam que os membros da igreja procurariam ávidamente os bens mundanos, e que o amor do dinheiro seria o espírito predominante desses tempos, a ponto de se desfazerem de quaquer coisa por dinheiro.”
“O óleo e o Vinho... representam as graças do Espírito, a fé e o amor, e havia grande perigo de os danificar sob a influência de tão grande espírito mundano.” Princípios de Vida, 272 e 273.

De fato, “as bases de todo o sistema do cristianismo apóstata foram lançadas nesse período.” As Revelações do Apocalipse, 79. (Dê uma olhada na lista de mudanças que foram introduzidas na igreja cristã ao longo de sua história na próxima postagem.)

TERCEIRO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Preto
DESCRIÇÃO = O cavaleiro tinha uma balança na mão.
TEMPO = Do edito de Milão até o estabelecimento do papado, em 538. (313-538)


Ao abrir o quarto selo, João viu...
“...um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” (Apocalipse 6:7 e 8)
Na realidade a cor amarela descrita neste selo se refere a “cor pálida ou amarelada” que uma pessoa tem quando fica doente.
“Este símbolo deve representar um estranho estado de coisas na professa igreja.” Princípios de Vida, 273.
“Dificilmente poderemos enganar-nos acerca do período a que se aplica este selo. Deve referir-se ao tempo em que o papado exerceu, à vontade e sem peias, o seu domínio perseguidor, desde cerca de 538 até ao tempo em que os reformadores começaram a expor as corrupções do sistema papal.” Princípios de Vida, 273.
“As perseguições promovidas por este poder são encontradas em outras profecias: Daniel 7:21, 25; 11:33; S. Mateus 24:21 e 22; Apocalipse 13:7; 12:6, 14; 17:6. Durante este período as “duas testemunhas” (Velho e Novo Testamento) tiveram de realizar a sua obra vestidas de saco. Apocalipse 11:1-3. Mas Deus tem um registro de cada santo sofredor, e os mártires terão um lugar de hontra no vindouro reino de glória.” Apocalipse 7:13-17; 20:4.” As Revelações do Apocalipse, 80.
À medida que os anos foram passando ficava mais e mais a marca indelével daqueles que não tiveram compromisso com a Verdade, que não estavam interessados em seguir os ensinamentos do Senhor e Mestre, através da Sua Palavra.
Durante os anos 33 e 196 d.C. não houve mudanças significativas na igreja Cristã, especialmente nada que pudesse ser caracterizada como anti-bíblica.Mas a partir do ano 197 começou um movimento herético comandado pelo bispo de Roma contra a divindade de Jesus. E daí para frente o erro foi paulatinamente introduzido na igreja. “Seu desvio das verdades bíblicas levou séculos para chegar à situação em que está hoje. O povo católico é sincero, amoroso e fiel e a maioria nem desconfia dos erros que entraram na igreja, pois o erro que hoje existe é ensinado como se fosse a verdade.” A Igreja Católica na Prof., 263.

QUARTO SELO
SÍMBOLO = Cavalo Amarelo
DESCRIÇÃO = O cavaleiro era chamado morte, e o inferno o seguia.
TEMPO = De 538 até o tempo da reforma.

Ao abrir o quinto selo, João viu...
“...debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?”
(Apocalipse 6:9 e 10)
Devemos nos lembrar que muitos símbolos são usados no Apocalipse, e portanto “não devemos supor que isto ocorreu literalmente, e que João tenha na realidade visto as almas dos mártires debaixo de altares, pois toda a representação é simbólica; nem devemos imaginar que no Céu os que foram maltratados e injustiçados clamem por vingança contra os que os maltrataram.” As Rev. do Apocalipse, 81.
“O cruel tratamento que haviam recebido clamava por vingança, assim como o sangue de Abel clamava a Deus desde a terra. Gên. 4:10.” Estudos Bíblicos, 111.
“João estava contemplando o desdobrar do panorama dos séculos. Este era um outro ciclo da História.” As Revelações do Apocalipse, 81.
Este é o período em que a Reforma começou na igreja. Foi denunciada a corrupção na igreja e por isso muitos foram perseguidos e mortos.
Interessante que aqui no Apocalipse aparece a pergunta:
“Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Apocalipse 6:10) E como já estudamos Daniel 7, sabemos que este período de perseguição terminou após os 1.260 dias proféticos (anos) em 1798.

QUINTO SELO
SÍMBOLO = Almas debaixo do altar
DESCRIÇÃO = Morte para a Palavra de Deus e para o testemunho que ela dava.
TEMPO = Durante o período da Reforma.


Ao abrir o sexto selo, João viu que...
“...sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes,”
(Apocalipse 6:12 e 13)

A visão continua, mas estes eventos já ocorreram, e creio que estamos vivendo logo depois destes acontecimentos e pouco antes dos que são descritos nos versos seguintes.
Também devo dizer que há uma mudança de linguagem entre o quinto e o sexto selo, o que era simbólico ou figurado parece que passa para o estritamente literal. “Seja qual for a causa desta mudança, a própria mudança não pode ser negada. Por nenhum princípio de interpretação de linguagem dos selos precedentes pode ser literal, da mesma maneira que a deste não pode ser figurada. Temos portanto de aceitar a mudança, ainda que não sejamos capazes de a explicar.” Palavras de Vida, 275.
Este sexto selo se inicia com grandes convulsões na Terra:

- O Grande Terremoto em Lisboa, no dia 1 de novembro de 1755;
- O “Dia Escuro”, em 19 de maio de 1780;
- A “Lua Tornando-se Como Sangue” em 19 de maio de 1780
- E a “Queda das Estrelas do Céu” em 13 de novembro de 1833.”
Como você pode notar esses eventos já ocorreram, e o que vem a seguir em Apocalipse 6:14 a 17 já se refere à segunda vinda de Cristo:
“E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:14 e 17)

A Sra. White fala sobre este período da história no capítulo 17 do livro O Grande Conflito. O título do capítulo é “A Esperança Que Infunde Alegria”. Recomendo a sua leitura.
Destacarei alguns pontos importates deste capítulo:

“A profecia não somente prediz a maneira e objetivo da vinda de Cristo, mas apresenta sinais pelos quais os homens podem saber quando a mesma está próxima. Disse Jesus: "Haverá sinais no Sol, na Lua, e nas estrelas.” Luc. 21:25. "O Sol escurecerá, e a Lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão no céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória." Mar. 13:24-26. O profeta do Apocalipse assim descreve o primeiro dos sinais que precedem o segundo advento: "Houve um grande tremor de terra; e o Sol tornou-se negro como saco de cilício, e a Lua tornou-se como sangue." Apoc. 6:12.
Estes sinais foram testemunhados antes do início do século XIX. Em cumprimento desta profecia ocorreu no ano 1755 o mais terrível terremoto que já se registrou. Posto que geralmente conhecido por terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e América do Norte. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na Ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu uma extensão de mais de dez milhões de quilômetros quadrados.”
- O Grande Conflito, pág. 303.

“Vinte e cinco anos mais tarde apareceu o sinal seguinte mencionado na profecia - o escurecimento do Sol e da Lua. O que tornou isto mais surpreendente foi o fato de que o tempo de seu cumprimento fora definidamente indicado. Na palestra do Salvador com Seus discípulos, no Monte das Oliveiras, depois de descrever o longo período de provação da igreja - os 1.260 anos da perseguição papal, relativamente aos quais prometera Ele ser abreviada a tribulação - mencionou Jesus certos acontecimentos que precederiam Sua vinda, e fixou o tempo em que o primeiro destes deveria ser testemunhado: "Naqueles dias, depois daquela aflição, o Sol se escurecerá, e a Lua não dará a sua luz." Mar. 13:24. Os 1.260 dias, ou anos, terminaram em 1798. Um quarto de século antes, a perseguição tinha cessado quase inteiramente. Em seguida a esta perseguição, segundo as palavras de Cristo, o Sol deveria escurecer-se. A 19 de maio de 1780 cumpriu-se esta profecia.” - O Grande Conflito, pág. 305.

MAIS UMA PROFECIA CUMPRIDA.

O sétimo selo é descrito em Apocalipse 8:1.

“Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora.” (Apocalipse 8:1)
Mas já no meio do sexto selo vemos a descrição da segunda vinda de Cristo e logo a seguir mostra que chegou o grande dia.
CHEGOU A HORA!

“E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:14 e 17)



Novamente aparece a pergunta:
Sabe a que conclusão chego ao estudar esta profecia?
ESTAMOS HÁ POUQUÍSSIMO TEMPO DA VOLTA DE JESUS.
Ou seja, FALTA MUITO POUCO TEMPO PARA JESUS VOLTAR.

“Cristo ordenara a Seu povo que atendesse aos sinais de seu advento e se regozijasse ao contemplar os indícios de seu vindouro Rei. "Quando estas coisas começarem a acontecer", disse Ele, "olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." Ele indicou a Seus seguidores as árvores a brotarem na primavera, e disse: "Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto." Luc. 21:28, 30 e 31.
Mas como o espírito de humildade e devoção na igreja cedera lugar ao orgulho e formalismo, esfriaram o amor a Cristo e a fé em Sua vinda. Absorto nas coisas mundanas e na busca de prazeres, o povo professo de Deus estava cego às instruções do Salvador relativas aos sinais de Seu aparecimento.
Quando o Salvador indicou a Seus seguidores os sinais de Sua volta, predisse o estado de apostasia que havia de existir precisamente antes de Seu segundo advento. Haveria, como nos dias de Noé, a atividade e a agitação das ocupações mundanas e da procura de prazeres - comprar, vender, plantar, edificar, casar, dar-se em casamento - com olvido de Deus e da vida futura. Para os que viverem nesse tempo, a advertência de Cristo é: "Olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia." "Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do homem." Luc. 21:34 e 36.
A condição da igreja neste tempo é indicada nas palavras do Salvador, em Apocalipse: "Tens nome de que vives, e estás morto." E aos que se recusam despertar de seu descuidoso sentimento de segurança, é dirigido este aviso solene: "Se não vigiares, virei a ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei." Apoc. 3:1 e 3.
Era necessário que os homens fossem advertidos do perigo; que se despertassem a fim de preparar-se para os acontecimentos solenes ligados ao final do tempo da graça.”
- O Grande Conflito, pág. 308 e 309.

Você percebe que também esta profecia está sendo cumprida?
Qual?

O estado da igreja nos dias de hoje. O Espírito de Profecia afirma que para estes que estiverem vivendo nesta situação de desinteresse, a segunda vinda de Cristo será como um ladrão.
Isso significa que se você não estiver vigiando, não saberá a que hora Jesus virá. Sendo assim, posso concluir que para aqueles que estiverem vigiando a vinda de Jesus não será como a chegada de um ladrão.
Tenho lido sobre a época em que Guilherme Miller iniciou sua pregação sobre a breve volta de Jesus e como houve um despertamento para o estudo das profecias. As pessoas dedicavam muito tempo estudando a palavra de Deus. A Sra. White falando sobre este período diz que a declaração: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." (Dan. 8:14) era uma passagem muito familiar ao povo que estava esperando a vinda do Senhor.
“Era esta profecia repetida com alegria pelos lábios de milhares, como a senha de sua fé. Todos sentiam que dos acontecimentos nela preditos dependiam suas mais brilhantes expectativas e mais acariciadas esperanças. Ficara demonstrado que estes dias proféticos terminariam no outono de 1844.” - História da Redenção, pág. 375.
Haviam muitas reuniões para aprenderem sobre estas profecias. Milhares de pessoas se reuniam para ouvir os pregadores do advento. O assunto, ou a “verdade presente” daquela época, era a volta de Jesus.
E agora analisando um pouco as profecias que acabamos de considerar, será que não deveríamos também estar estudando sobre a volta de Jesus? Será que não é tempo de falarmos mais sobre as profecias que apontam a volta do Senhor para os nossos dias? Não deveria ser a “a volta de Jesus” a verdade presente para os nossos dias?

“ Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.
Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.
Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.”
“ Regozijai-vos sempre.
Orai sem cessar.
Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Não apagueis o Espírito.
Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal.
O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”
(I Tessalonicenses 5:1 a 6 e 16 a 23)