Livro completo "Chegou a Hora"

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Quando entrou o pecado no planeta Terra?


Quando entrou o pecado no planeta Terra?

Esta é a pergunta que fiz no início do livro e agora vamos em busca da resposta.
Para respondê-la, vou fazer algumas perguntas sobre o que já estudamos:
Em que data Jesus foi batizado?
A resposta é... no ano 27 d.C.
Muito bem!
Como você pode ter certeza disso?
Porque estudamos a profecia de Daniel 8 e 9. E dentro desta profecia havia um período de 70 semanas, ou 490 anos, dentro do qual estava previsto o batismo (a unção) de Jesus.

“SETENTA SEMANAS ESTÃO DETERMINADAS SOBRE O TEU POVO e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos.” (Daniel 9:24)

Setenta semanas do período dos 2.300 dias (Daniel 8:14) se destinavam ao povo de Daniel, ou seja aos judeus. De fato eram 490 anos, pois estas eram semanas proféticas (conf. Ezeq. 4:6 e 7).
Estes 490 anos (Daniel 9:24) eram a parte inicial do grande período de tempo da profecia dos 2.300 anos, como foi visto anteriormente.
A contagem de tempo se inicia com o decreto para a reconstrução de Jerusalém emitido por Artarxerxes, rei da Pérsia, no ano 457 a.C.




"ATÉ AO UNGIDO, AO PRÍNCIPE, SETE SEMANAS E SESSENTA E DUAS SEMANAS;"
(Daniel 9:25)
Até o ungido, ao Príncipe (Jesus Cristo) haveriam 7 semanas + 62 semanas.


7 SEMANAS   = 49 DIAS PROFÉTICOS (ANOS)
62 SEMANAS = 434 DIAS PROFÉTICOS (ANOS)
ISTO DÁ UM TOTAL DE 483 ANOS.

Se contarmos a partir de 457 a.C. (a data em que se inicia o período profético) chegaremos ao ano 27 d.C.


O QUE OCORREU NO ANO 27 D.C.???

Jesus foi batizado e ungido pelo Espírito Santo. Mateus descreve a cena em que Jesus veio para ser batizado e João Batista não queria batizar a Jesus porque se achava indigno:
“Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu. Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se Lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele.” (Mateus 3:15 e 16)
Nesta ocasião, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo que desceu como pomba e o próprio Deus estava presente.
Lucas também descreve o episódio:
“E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.” (Lucas 3:21 e 22)
Esta foi a data em que Jesus foi ungido. Ou seja no ano 27 d.C., exatamente 483 anos depois de 457 a.C.

“O tempo do primeiro advento e de alguns dos principais eventos relacionados com as funções da vida do Salvador, foi feito conhecido pelo anjo Gabriel a Daniel. "Setenta semanas", disse o anjo, "estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos." Dan. 9:24. Um dia na profecia representa um ano. Núm. 14:34; Ezeq. 4:6. As setenta semanas, ou quatrocentos e noventa dias, representam quatrocentos e noventa anos. É dado um ponto de partida para este período: "Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas" (Dan. 9:25), sessenta e nove semanas, ou quatrocentos e oitenta e três anos. A ordem para restaurar e edificar Jerusalém, completada pelo decreto de Artaxerxes Longímano (Esd. 6:14; 7:1 e 9), entrou em vigor no outono de 457 a.C. Partindo desta data os quatrocentos e oitenta e três anos se estendem até o outono de 27 d.C. De acordo com a profecia, este período devia alcançar o Messias, o Ungido. Em 27 d.C., Jesus recebeu em Seu batismo a unção do Espírito Santo, e pouco depois deu início ao Seu ministério. Então foi proclamada a mensagem: "O tempo está cumprido." Mar. 1:15.” – Profetas e Reis, pág. 698 e 699.

“A palavra "Messias" significa o "Ungido". No outono do ano 27 de nossa era, Cristo foi batizado por João, e recebeu a unção do Espírito. O apóstolo Pedro testifica que "Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude". Atos 10:38. E o próprio Salvador declarou: "O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres." Luc. 4:18. Depois de Seu batismo Ele foi para a Galiléia, "pregando o evangelho do reino de Deus, e dizendo: O tempo está cumprido". Mar. 1:14 e 15. :14.” – O Grande Conflito, pág. 327.

Me impressiona esta data, pois Deus queria que soubéssemos, sem nenhuma dúvida, que Jesus foi batizado foi nesse ano.
Lucas descreve a unção de Cristo, bem como a data do evento.
“No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe, tetrarca da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias, tetrarca de Abilene, sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto. Ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados.” (Lucas 3:1 a 3)
Percebe como é importante essa data? Ela é extremamente detalhada para que não fique dúvidas quanto a data do batismo de Jesus. É por isso que temos certeza sobre o cálculo do restante da profecia das 2.300 tardes e manhãs, que é tão preciosa para nós Adventistas do Sétimo Dia.
Mas o que isso tem a ver com a entrada do pecado no planeta?
Nesta data, logo após ser batizado...
“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo.” (Lucas 4:1 e 2)
Após o batismo, no ano 27 d.C., Jesus foi para o deserto aonde foi tentado pelo Diabo. Ou seja...










JESUS FOI TENTADO
PELO DIABO NO ANO 27 D.C.







 Outra data importante é a morte de Jesus na cruz, pois a mesma profecia dizia:
“Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará... Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a ofertas de manjares.” (Daniel 9:26 e 27)


Quando o ungido (Jesus) foi morto?


"Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares." Dan. 9:27. NO ANO 31 DE NOSSA ERA, três anos e meio depois de Seu batismo, nosso Senhor foi crucificado.” - Cristo em Seu Santuário, pág. 56.


JESUS FOI CRUCIFICADO NO ANO 31 D.C.






O que as datas do batismo e da morte de Jesus
tem a ver com a data da entrada do pecado no mundo?

Baseado nestas datas, vejamos o que o Espírito de Profecia diz sobre estes acontecimentos e que relação elas podem ter com o início do pecado na Terra.

 “Sobre as margens do Jordão a voz do Céu, acompanhada pela manifestação da excelente glória, proclamou que Cristo é o Filho do Eterno. Satanás estava prestes a encontrar-se pessoalmente com o Chefe do reino, que ele veio para vencer. Se falhasse, sabia que estava perdido. Portanto, o poder de suas tentações estava de acordo com a grandeza do objeto que ele ganharia ou perderia. POR QUATRO MIL ANOS, desde a declaração feita a Adão de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente, ele tinha estado planejando sua maneira de ataque.
Lançou mão de todos os esforços para vencer no apetite a Cristo, que suportou as mais cruciantes dores da fome. A vitória ganha destinava-se não somente a ser um exemplo para os que caíssem sob o poder do apetite, mas para qualificar o Redentor na obra especial de alcançar as profundezas da tristeza humana. Pela experiência própria quanto à força das tentações de Satanás, os sofrimentos e enfermidades humanas, Ele saberia como socorrer aqueles que estariam dispostos a ajudar-se a si mesmos.” - No Deserto da Tentação, pág. 95.

O que você entendeu ao ler este texto?
Entendi que haviam passado quatro mil anos desde aquele dia em que Adão e Eva pecaram e Deus pronunciou a promessa descrita em Gênesis 3:15:
“Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
Se me fundamentar apenas nesta citação de Ellen White, chego a conclusão que no ano 27 d.C. o mundo completou quatro mil anos de pecado e poderíamos preencher a linha do tempo dessa maneira:




Olhando apenas esta citação diriamos que:


1. O pecado ocorreu no ano 3.973 a.C.


2. Que desde 1.798 estamos vivendo no “Tempo do Fim”.


3. Que desde 1.844 o julgamento dos seres humanos que já viveram está em andamento no Céu e a qualquer momento pode se iniciar o julgamento dos que estão vivos.


4. E que Cristo voltaria no ano 2.027.

Contudo, antes de fazer uma afirmação como esta, vamos analisar outros textos para ver se isso faz sentido.
Primeiramente, destacarei alguns outros textos que apóiam esta conclusão:

“Satanás apontara o pecado de Adão como prova de que a lei de Deus era injusta, e não podia ser obedecida. Cristo devia redimir, em nossa humanidade, a falha de Adão. Quando este fora vencido pelo tentador, entretanto, não tinha sobre si nenhum dos efeitos do pecado. Encontrava-se na pujança da perfeita varonilidade, possuindo o pleno vigor da mente e do corpo. Achava-se circundado das glórias do Éden, e em comunicação diária com seres celestiais. NÃO ASSIM QUANTO A JESUS, QUANDO PENETROU NO DESERTO PARA MEDIR-SE COM SATANÁS. POR QUATRO MIL ANOS ESTIVERA A RAÇA A DECRESCER EM FORÇAS FÍSICAS, VIGOR MENTAL E MORAL; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação.” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 117.

Que coisa fantástica, não é verdade? Com este texto do livro O Desejado de Todas as Nações a conclusão continua válida: Cristo entrou no deserto quando a raça humana já tinha 4.000 anos de degeneração pelo pecado.

“NO DESOLADO DESERTO Ele não estava em posição favorável para suportar as tentações de Satanás, como estava Adão quando foi tentado no Éden. O FILHO DE DEUS HUMILHOU-SE A SI MESMO E TOMOU A NATUREZA HUMANA APÓS A HUMANIDADE TER-SE DESVIADO DO ÉDEN POR QUATRO MIL ANOS, DO SEU ESTADO ORIGINAL DE PUREZA E RETIDÃO. O pecado fez por séculos suas terríveis marcas sobre a humanidade; e a degeneração física, mental e moral prevaleceu em toda a família humana.
Quando Adão foi assaltado pelo tentador no Éden, estava sem a mancha do pecado. Achava-se na força de perfeita varonilidade. Todos os órgãos e faculdades do seu ser estavam igualmente desenvolvidos e harmoniosamente equilibrados.
CRISTO, NO DESERTO DA TENTAÇÃO, ficou no lugar de Adão para suportar a prova que ele deixou de resistir. Aqui, Cristo VENCEU EM FAVOR DO PECADOR, QUATRO MIL ANOS APÓS ADÃO DAR AS COSTAS À LUZ DE SEU LAR. Separada da presença de Deus, a família humana afastou-se mais e mais, em cada geração sucessiva, da pureza e sabedoria originais, e do conhecimento que Adão possuía no Éden. Cristo herdou os pecados e enfermidades humanos como existiam quando Ele veio à Terra para ajudar o homem. Em favor da humanidade, com as fraquezas do homem caído sobre Si, enfrentou as tentações de Satanás em todos os pontos em que o homem podia ser assaltado.” - No Deserto da Tentação, pág. 39.

Mais uma citação afirmando que Cristo venceu no deserto 4.000 anos depois de Adão ser expulso do paraíso.

“Adão e Eva, no Éden, foram colocados sob circunstâncias bem favoráveis. Tinham o privilégio da comunhão com Deus e os anjos. Estavam livres da condenação do pecado. A luz de Deus e dos anjos estava com eles e ao redor deles. O Autor da vida era o seu professor. Mas eles caíram sob o poder e tentações do manhoso inimigo. POR QUATRO MIL ANOS SATANÁS TINHA TRABALHADO CONTRA O GOVERNO DE DEUS e obtivera força e experiência de tal prática.
Os homens caídos não tinham as vantagens de Adão no Éden. TINHAM ESTADO SEPARADOS DE DEUS POR QUATRO MIL ANOS. A sabedoria para entender e o poder para resistir às tentações de Satanás tinham-se tornado cada vez menores. Até parecia que Satanás reinava triunfantemente sobre a Terra.
O apetite e a paixão, o amor ao mundo e os pecados insolentes foram as grandes ramificações do mal, das quais cresceram muitas espécies de crime, violência e corrupção. Satanás foi vencido no seu objetivo de dominar a Cristo consoante ao apetite. E AQUI, NO DESERTO, CRISTO ALCANÇOU A VITÓRIA EM FAVOR DA HUMANIDADE, justamente no ponto do apetite, tornando possível ao homem, no tempo futuro, em Seu nome, vencer a força do apetite em seu próprio benefício.” - No Deserto da Tentação, pág. 57.

Este texto diz que durante 4.000 anos Satanás trabalhou contra o governo de Deus. E a humanidade já estava separada de Deus por 4.000 anos (desde que saíram do jardim do Éden). A data em que completou 4.000 anos foi quando Cristo entrou no deserto aonde foi tentado, mas saiu vitorioso.

“CRISTO, NO ERMO DESERTO, NÃO SE ACHAVA EM POSIÇÃO TÃO FAVORÁVEL PARA RESISTIR ÀS TENTAÇÕES DE SATANÁS, como Adão quando foi tentado no Éden. O FILHO DE DEUS HUMILHOU-SE E TOMOU A NATUREZA HUMANA, DEPOIS DE HAVER A RAÇA VAGUEADO QUATRO MIL ANOS FORA DO ÉDEN E DO SEU ESTADO ORIGINAL DE PUREZA E RETIDÃO. O pecado tinha imposto seus terríveis estigmas ao gênero humano, por séculos; e a degenerescência física, mental e moral prevalecia por toda a família humana.
Quando Adão, no Éden, foi assaltado pelo tentador, estava ele sem a mancha do pecado. Subsistia diante de Deus na força de sua perfeição. Todos os órgãos e faculdades de seu ser achavam-se desenvolvidos uniformemente, equilibrados e harmônicos.
CRISTO, NO DESERTO DA TENTAÇÃO, ficou no lugar de Adão para suportar a prova a que ele deixou de resistir. ALI CRISTO VENCEU EM LUGAR DO PECADOR, QUATRO MIL ANOS DEPOIS DE ADÃO VOLVER COSTAS À LUZ DE SEU LAR. Separada da presença de Deus, a família humana, a cada geração sucessiva, estivera se afastando mais e mais, da pureza, sabedoria e conhecimento originais, que Adão possuía no Éden. Cristo suportou os pecados e fraquezas da raça humana tais como existiam quando Ele veio à Terra para ajudar o homem. Em favor da raça, tendo sobre Si as fraquezas do homem caído, devia Ele resistir às tentações de Satanás em todos os pontos em que o homem seria tentado.” - Mensagens Escolhidas – Vol. 1, pág. 267.

“Adão e Eva, no Éden, foram postos nas mais favoráveis circunstâncias. Tinham o privilégio de manter comunhão com Deus e com os anjos. Não estavam sob a condenação do pecado. A luz de Deus e dos anjos estava com eles e a sua volta. O Autor de sua existência era seu professor. Caíram, porém, sob o poder e as tentações do astucioso inimigo. Por QUATRO MIL ANOS estivera Satanás a operar contra o governo de Deus e dessa prática obtivera força e experiência. OS HOMENS CAÍDOS NÃO TINHAM AS VANTAGENS QUE TEVE ADÃO NO ÉDEN. TINHAM ESTADO A SEPARAR-SE DE DEUS POR QUATRO MIL ANOS. Haviam diminuído mais e mais a sabedoria para compreender as tentações de Satanás e o poder para a elas resistir, a ponto de parecer que Satanás reinava triunfante na Terra. O apetite e paixão, o amor ao mundo e aos pecados insolentes, eram os grandes ramos do mal, dos quais brotava toda espécie de crime, violência e corrupção.” - Mensagens Escolhidas – Vol. 1, pág. 280.

Tanto o primeiro texto mostra que quando Cristo entrou no deserto o homem já havia vagueado 4.000 anos fora do Éden, como também o segundo texto que fala do grande conflito durante 4.000 anos, pois o ser humano já estava separado de Deus por 4.000 anos.
Depois falando sobre a vitória de Cristo, Ellen White menciona que Cristo venceu em lugar do pecador, 4.000 anos depois de Adão sair do paraíso.
No capítulo 39 do livro Mensagens Escolhidas, falando sobre a primeira tentação de Cristo, a Palavra Inspirada diz:

“Satanás tivera tão grande êxito em enganar os anjos de Deus, e na queda do nobre Adão, que pensava que na humilhação de Cristo ele teria êxito em vencê-Lo. Considerava com prazerosa exultação o resultado das tentações e o AUMENTO DO PECADO NA CONTÍNUA TRANSGRESSÃO DA LEI DE DEUS POR MAIS DE QUATRO MIL ANOS. Tinha operado a ruína de nossos primeiros pais e trazido ao mundo pecado e morte, levando à destruição multidões de todos os séculos, países e classes. Por seu poder controlara cidades e nações até que seu pecado provocasse a ira de Deus para destruí-los por fogo, água, terremotos, espada, fome e pestilência. Por sua sutileza e seus esforços incansáveis controlara ele o apetite e despertara e fortalecera as paixões tão tremendamente que desfigurara e quase obliterara a imagem de Deus no homem. A dignidade física e moral deste foi destruída em tão alto grau, que ele trazia apenas uma pálida semelhança com o dignificado Adão no Éden, quanto ao caráter e à nobre perfeição das formas.” - Mensagens Escolhidas – Vol. 1, pág. 269.

Aqui existe uma diferença em relação às outras citações. Ela fala que a transgressão da lei de Deus já durava mais de quatro mil anos. Mas considerem comigo que ela incluiu aí os anjos. E é óbvio que os anjos (caídos) transgrediram a lei de Deus antes de Adão e Eva. E se levarmos isto em conta, continua válida a data de 4.000 anos de pecado em 27 d.C.
E no mesmo capítulo, na página 279, o pensamento se confirma, pois ela está falando sobre a primeira tentação de Cristo. O conflito em questão aqui se refere à Terra, e mais específicamente ao deserto:

“Cristo sabia que Satanás era mentiroso desde o princípio, e precisou de grande domínio próprio para ouvir as proposições daquele enganador insultante, sem repreender imediatamente suas atrevidas afirmações. Esperava Satanás provocar o Filho de Deus, levando-O a empenhar-Se em controvérsia com ele; e esperava que, assim, em Sua fraqueza extrema e agonia de espírito, alcançasse vantagem sobre Ele. Pretendia perverter as palavras de Cristo e reclamar vantagem, chamando a seu auxílio seus anjos caídos a fim de empregarem o máximo de seu poder para prevalecer contra Ele e vencê-Lo.
O Salvador do mundo não teve controvérsia com Satanás, que fora expulso do Céu porque não mais era digno de um lugar ali. Aquele que pôde influenciar os anjos de Deus contra seu Supremo Soberano, e contra o Filho, seu amado Comandante, e atrair a simpatia desses anjos, era capaz de qualquer engano. QUATRO MIL ANOS ESTIVERA A GUERREAR CONTRA O GOVERNO DE DEUS, e não perdera nada de sua habilidade ou poder para tentar e enganar.” - Mensagens Escolhidas – Vol. 1, pág. 279.

Vamos a outro texto:

“Era desígnio divino colocar as coisas numa base de segurança eterna, sendo decidido nos conselhos celestiais que se concedesse tempo a Satanás para desenvolver os seus princípios, o fundamento de seu sistema de governo. Pretendera serem os mesmos superiores aos princípios divinos. Deu-se tempo para que os princípios de Satanás operassem, a fim de serem vistos pelo Universo celestial.
SATANÁS INDUZIU O HOMEM AO PECADO, E O PLANO DE REDENÇÃO ENTROU EM VIGOR. POR QUATRO MIL ANOS, ESTEVE CRISTO TRABALHANDO PELO REERGUIMENTO DO HOMEM, E SATANÁS POR SUA RUÍNA E DEGRADAÇÃO. E o Universo celestial contemplava tudo.
Ao vir Jesus ao mundo, o poder de Satanás voltou-se contra Ele. Desde o tempo em que aqui apareceu, como a Criancinha de Belém, manobrou o usurpador para promover Sua destruição. Por todos os meios possíveis, procurou impedir Jesus de desenvolver infância perfeita, imaculada varonilidade, um ministério santo e sacrifício irrepreensível. Foi derrotado, porém. Não pôde levar Jesus a pecar. Não O conseguiu desanimar, ou desviá-Lo da obra para cuja realização viera ao mundo. Do deserto ao Calvário, foi açoitado pela tempestade da ira de Satanás, mas quanto mais impiedosa era ela, tanto mais firme Se apegava o Filho de Deus à mão de Seu Pai, avançando na ensangüentada vereda. Todos os esforços de Satanás para oprimi-Lo e vencê-Lo, só faziam ressaltar, mais nitidamente, a pureza de Seu caráter.” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 759.

Neste texto, do livro O Desejado de Todas as Nações, entendemos que Satanás induziu o homem ao pecado, e tão logo isto ocorreu, Deus colocou em ação o plano da redenção exposto ao homem em Gênesis 3:15. E quando Cristo estava no deserto da tentação a luta já prosseguia por 4.000 anos.
Mas existe um trecho aqui que diz que a luta foi dura “do deserto ao Calvário”. Ou seja, do ano 27 ao 31, o tempo do ministério de Cristo aqui na Terra.
E eu estou chamando a atenção para este texto porque o próximo fala de quatro mil anos próximo à morte de Jesus.

“O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o Meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no Meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de Mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." I Cor. 11:23-26. Cristo Se achava no ponto de transição entre dois sistemas e suas duas grandes festas. ELE, O IMACULADO CORDEIRO DE DEUS, ESTAVA PARA SE APRESENTAR COMO OFERTA PELO PECADO, E QUERIA ASSIM LEVAR A TERMO O SISTEMA DE SÍMBOLOS E CERIMÔNIAS QUE POR QUATRO MIL ANOS APONTARA À SUA MORTE. Ao comer a páscoa com Seus discípulos, instituiu em seu lugar o serviço que havia de comemorar Seu grande sacrifício. Passaria para sempre a festa nacional dos judeus. O serviço que Cristo estabeleceu devia ser observado por Seus seguidores em todas as terras e por todos os séculos.” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 652.

Neste texto temos o momento da Santa Ceia, na noite em que Jesus seria traído. No outro dia ele seria crucificado. Era o ano 31 d.C., e aqui diz que por meio do sacrifício de Cristo, o sistema de símbolos, ou a morte de cordeiros que iniciou no dia em que Adão e Eva pecaram (Gênesis 3:15), terminou. E então vem o texto que mostra que durante 4.000 anos este símbolo apontara para a morte de Jesus Cristo. Estaria dizendo aqui que o ano em que completaria a contagem de 4.000 anos de pecado na Terra seria o ano 31 d.C.?

"Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares." Dan. 9:27. NO ANO 31 DE NOSSA ERA, TRÊS ANOS E MEIO DEPOIS DE SEU BATISMO, NOSSO SENHOR FOI CRUCIFICADO. COM O GRANDE SACRIFÍCIO OFERECIDO SOBRE O CALVÁRIO, TERMINOU AQUELE SISTEMA CERIMONIAL DE OFERTAS, QUE DURANTE QUATRO MIL ANOS HAVIAM APONTADO PARA O CORDEIRO DE DEUS. O tipo alcançou o antítipo, e todos os sacrifícios e ofertas daquele sistema cerimonial deveriam cessar.
As setenta semanas, ou 490 anos, especialmente conferidas aos judeus, terminaram, como vimos, no ano 34. Naquele tempo, pelo ato do sinédrio judaico, a nação selou sua recusa do evangelho, pelo martírio de Estêvão e perseguição aos seguidores de Cristo. Assim, a mensagem da salvação, não mais restrita ao povo escolhido, foi dada ao mundo. Os discípulos, forçados pela perseguição a fugir de Jerusalém, "iam por toda parte, anunciando a Palavra”. Atos 8:4” - Cristo em Seu Santuário, pág. 56.

Neste texto temos algumas informações muito importantes. Primeiro, o Espírito de Profecia confirma a interpretação profética e as datas que estudamos. As 70 semanas como 490 anos terminando no ano 34; a data do batismo de Jesus no ano 27 e a morte de Jesus no ano 31.
Mas neste texto a idéia que temos é de que o ano em que terminou os 4.000 anos de pecado na Terra foi o ano da morte de Jesus, ou seja 31 d.C.
A Sra. White parece estar falando aqui de forma aproximada, e de fato, existem outros textos que parecem falar de aproximadamente 4.000 anos.

“A história de Belém é inexaurível. Nela se acham ocultas a "profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus". Rom. 11:33. Maravilhamo-nos do sacrifício do Salvador em trocar o trono do Céu pela manjedoura, e a companhia dos anjos que O adoravam pela dos animais da estrebaria. O orgulho e presunção humanos ficam repreendidos em Sua presença. Todavia, esse passo não era senão o princípio de Sua maravilhosa condescendência. Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas JESUS ACEITOU A HUMANIDADE QUANDO A RAÇA HAVIA SIDO ENFRAQUECIDA POR QUATRO MIL ANOS DE PECADO. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável.” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 48 e 49.

Este é um texto que menciona Jesus aceitando a humanidade quando já o pecado havia atuado na terra por aproximadamente 4.000 anos.

“E Paulo disse: "Se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos." I Cor. 15:16-18. Se durante QUATRO MIL ANOS os justos tivessem à sua morte ido diretamente para o Céu, como poderia Paulo ter dito que se não há ressurreição "os que dormiram em Cristo estão perdidos"? Não seria necessário ressurreição.” - O Grande Conflito, pág. 546.

Aqui a Sra. Ellen White também dá a idéia de aproximação dos 4.000 anos de pecado próximo à ressurreição de Cristo.
E agora?
Quando realmente teria se completado o período de 4.000 anos de pecado sobre a terra?
Esta é uma pergunta difícil de ser respondida com segurança, mas estou convencido de que seria entre o ano 27 e o ano 31 de nossa era.
Mas continuemos a nossa busca para definirmos o tempo em que estamos vivendo.
Em outro texto da Sra Ellen G. White vemos as respectivas datas proféticas de Daniel 8 e 9:

“Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares." NO ANO 31 DE NOSSA ERA, TRÊS ANOS E MEIO DEPOIS DE SEU BATISMO, NOSSO SENHOR FOI CRUCIFICADO. COM O GRANDE SACRIFÍCIO OFERECIDO SOBRE O CALVÁRIO, TERMINOU AQUELE SISTEMA CERIMONIAL DE OFERTAS, QUE DURANTE QUATRO MIL ANOS HAVIAM APONTADO PARA O CORDEIRO DE DEUS. O tipo alcançou o antítipo, e todos os sacrifícios e ofertas daquele sistema cerimonial deveriam cessar.
AS SETENTA SEMANAS, OU 490 ANOS, ESPECIALMENTE CONFERIDAS AOS JUDEUS, TERMINARAM, COMO VIMOS, NO ANO 34. Naquele tempo, pelo ato do sinédrio judaico, a nação selou sua recusa do evangelho, pelo martírio de Estêvão e perseguição aos seguidores de Cristo. Assim, a mensagem da salvação, não mais restrita ao povo escolhido, foi dada ao mundo. Os discípulos, forçados pela perseguição a fugir de Jerusalém, "iam por toda parte, anunciando a Palavra". Filipe desceu à cidade de Samaria e pregou a Cristo. Pedro, divinamente guiado, revelou o evangelho ao centurião de Cesaréia, Cornélio, que era temente a Deus; e o ardoroso Paulo, ganho à fé cristã, foi incumbido de levar as alegres novas "aos gentios de longe". Atos 8:4 e 5; 22:21.
ATÉ AQUI, CUMPRIRAM-SE DE MANEIRA SURPREENDENTE TODAS AS ESPECIFICAÇÕES DAS PROFECIAS E FIXA-SE O INÍCIO DAS SETENTA SEMANAS, INQUESTIONAVELMENTE, NO ANO 457 ANTES DE CRISTO, E SEU TERMO NO ANO 34 DE NOSSA ERA. Por estes dados não há dificuldade em achar-se o final dos 2.300 dias. Tendo sido as setenta semanas - 490 dias - separadas dos 2.300 dias, ficaram restando 1.810 dias. Depois do fim dos 490 dias os 1.810 dias deveriam ainda cumprir-se. Contando do ano 34 de nossa era, 1.810 anos se estendem a 1844. Conseqüentemente, os 2.300 dias de Daniel 8:14 terminam em 1844. Ao expirar este grande período profético, "o santuário será purificado", segundo o testemunho do anjo de Deus. Deste modo foi definitivamente indicado o tempo da purificação do santuário, que quase universalmente se acreditava ocorresse por ocasião do segundo advento.” - O Grande Conflito, pág. 328.



O que quero chamar a sua atenção é que as profecias estão matemáticamente corretas, e mesmo que no caso de nossa incapacidade de precisar exatamente o momento da entrada do pecado do mundo, chego a uma conclusão que me deixa muito feliz:
Estamos vivendo muito próximo do final dos 6.000 anos de pecado nesta terra.
Estamos vivendo muito próximo da segunda vinda de Cristo,
G. Edward Reíd em seu livro “Even At The Door” faz um sumário da visão que Ellen White tinha com respeito a idade da terra e da duração dos eventos do grande conflito.
“Nós podemos afirmar que ela acreditava que:


- O tempo é esboçado como uma corrente de eventos em torno de 6.000 anos.


- Jesus não poderia voltar antes de 1798.


- Jesus agiu no tempo exato.


- Deus colocou pessoas e circunstâncias no lugar em que o tempo havia sido determinado.


- Jesus viveu na terra 4.000 anos depois de Adão.


- O grande conflito que tem transcorrido na terra por quase 6.000 anos logo terminará.


- Nós estamos vivendo em meio as cenas finais da história da terra.


- Quando os 6.000 anos se passarem, todos terão feito sua decisão, terá então, chegado o tempo para Deus vindicar a autoridade de Sua desprezada lei, Cristo quebrou os grilhões de Satanás e deixou os prisioneiros livres, o trabalho de ruína de Satanás terminou para sempre, agora as criaturas de Deus estão para sempre livres da presença e tentações de Satanás, tudo o que se perdeu é restaurado, e agora o propósito original de Deus na criação da terra está completado.


- O plano de Deus para o homem e para a terra está seguindo o grande relógio do tempo.


- O tempo quase chegou ao fim; e


- A terra ficará desolada durante o milênio.” Even At The Door, pág. 169.

Creio que diante de tudo que estudamos até agora podemos afirmar com segurança que CHEGOU A HORA!!


Mas pense um pouco:
1. O mais importante não é a data, mas o evento.

2. Mais importante do que saber o momento exato para a volta de Jesus é estar preparado para ir com Ele.

3. A porta da graça se fechará bem antes da volta de Jesus (assim indicam outros períodos proféticos da Bíblia).

4. Talvez o mais importante seria saber o dia de nossa morte. Pois aí sim, sela-se a escolha que cada um faz para a vida ou morte eterna.

5. Se fosse possível, o mais importante seria conhecer a data do fechamento da porta da graça para mim, pois também aí será o dia em que se definirá de que lado eu estou.

6. Quando as pragas, descritas em Apocalipse forem derramadas sobre a Terra, se entende que todos fizeram sua escolha no grande conflito: ao lado de Jesus ou de Satanás. As pragas de acordo com Apocalipse cairão durante o período de um ano (Apoc. 18:8).

7. Agora que eu tenho esta informação eu tenho maior responsabilidade de me preparar e levar outros a se prepararem também.

8. Preparar-se de acordo com a parábola das dez virgens significa buscar o óleo do Espírito Santo em bastante quantidade para que não falte nestes últimos dias.
“Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” (Isaías 55:6)
Chegará o momento em que as pessoas buscarão a Deus e sua Palavra (como as virgens loucas da parábola o fizeram em busca de azeite nos últimos momentos) mas não encontrarão.

9. Como não sabemos a data exata da Volta de Jesus somos exortados a estarmos vigilantes todo o tempo. E como já disse, a volta de Jesus para mim ou para você pode ser hoje ou amanhã, porque nossa vida pode cessar a qualquer momento.



Olhando para o nossa Linha de Tempo, você tem consciência agora do tempo em que estamos vivendo?
Mesmo sem saber a data exata da volta de Cristo, VOCÊ PERCEBE QUE ESTAMOS NO FIM DO TEMPO DO FIM?
Tudo indica que CHEGOU A HORA.
OU SEJA ,ESTAMOS VIVENDO MUITO PRÓXIMO DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO. Ou deveria dizer que estamos vivendo muito próximo ao fechamento da porta da graça?
Ainda vivemos no tempo em que podemos escolher ficar ao lado de Cristo, mas chegará o dia em que todos já fizeram a sua decisão. Aqueles que escolheram o lado do inimigo, não poderão mais mudar, estarão para sempre perdidos.

“Antes, porém, de vir aquele dia, Deus adverte os homens quanto ao que há de suceder. Em todos os tempos, Suas advertências têm sido dadas. Alguns acreditaram na Palavra de Deus e obedeceram às suas orientações, livrando-se, assim, dos juízos que caíram sobre os incrédulos e desobedientes.
Antes de destruir o mundo pelo dilúvio, Deus ordenou a Noé: "Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração." Gên. 7:1. Noé obedeceu e foi salvo. Antes da destruição de Sodoma, os anjos trouxeram a Ló a seguinte mensagem: "Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade." Gên. 19:14. Ló atendeu à advertência e foi salvo.
Assim, também, agora somos advertidos a respeito da segunda vinda de Cristo e da destruição que sobrevirá ao mundo e todos os que derem ouvidos às advertências serão salvos. Quando Cristo vier nas nuvens do céu, os justos hão de exclamar: "Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará." Isa. 25:9.
Como não sabemos o tempo exato de Sua vinda, somos exortados a vigiar: "Bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes." Luc. 12:37.” - Vida de Jesus, pág. 180.