Livro completo "Chegou a Hora"

terça-feira, 9 de julho de 2013

Sábado Semanal ou Sábado Lunar?

Sábado Semanal ou Sábado Lunar: Os Adventistas Estão guardando o Sábado Errado?
Por Gerhard Pfandl

            Judeus, Adventistas do Sétimo Dia e outros grupos guardadores do Sábado, guardam o sábado cada sétimo dia de acordo com o relato da criação em Gênesis 1 a 2:3, e o quarto mandamento em Êxodo 20:9 a 11. Nos últimos anos, um número de pessoas entre os Judeus Messiânicos e os Adventistas do Sétimo Dia começaram a promover a “Teoria do Sábado Lunar”.
A “Teoria do Sábado Lunar”
            Essa teoria diz que o Sábado tradicional fixado a cada sétimo dia da semana, do por-de-sol da sexta-feira até ao pôr de sol do sábado é uma corrupção do Sábado bíblico “original” baseado no ciclo lunar. Sob esse modelo, o Sábado sempre cairia no 8º, 15º, 22º e 29º de cada mês lunar.
            “No calendário bíblico lunar-solar, cada lunação (ou mês lunar) sempre começa com um dia de Lua Nova, o qual é classificado como dia de adoração. Seis dias de trabalho seguirão o segundo através do sétimo do mês. O sétimo dia, Sábado, sempre cai no 8º, 15º, 22º e 29º dia de cada mês lunar. Essa é a razão de ser chamado de Sábado Lunar.” (1)
            Desde que o mês lunar tem 29 dias e meio, cada mês tem 4 semanas com sete dias e um ou dois dias a mais, dependendo se o mês tem 29 ou 30 dias. Se você mantiver um ritmo de sete dias, significa que o “Sábado Lunar” pode cair em qualquer dia de uma semana regular; porque com cada novo mês lunar cai um dia ou dois depois na semana do que no último mês (veja abaixo). Como resultado, ao seguir esse sistema a pessoa terá que lidar com uma situação muito difícil e não prática de separar um dia diferente (normal de trabalho) em cada mês em uma escala rotativa.
            Uma complicação a mais surge da alegada contagem da lua nova e dias de transição. Como o ritmo de sete dias não pode ser mantido se o Sábado deve sempre cair no 8º, 15º, 22º e 29º de cada mês lunar, o primeiro dia, o dia de Lua Nova, e o 30º dia do mês não são contados como parte da semana.
            Todos os dias não são criados iguais de acordo com as Escrituras. O Senhor Yahuwah ordenou três classes distintas e separadas de dias que ocorrem mensalmente: os dias de Lua Nova, seis dias de trabalho e os Sábados do sétimo dia. O 30º dia, conhecido em termos astronômicos com um dia de “translação” (dia de transição), é simplesmente um dia de trabalho, mas não é parte dos seis dias da semana seguidos pelo sétimo dia, o Sábado. (2)
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Dia de transição

Dia de Lua Nova

Sábado Lunar

            Os dias de transição (em amarelo) e os dias de Lua Nova (em azul) não são contados como parte da semana regular porque “o dia de Lua Nova é um dia de adoração e portanto não é contado quando se conta a semana” (3). No entanto, quando o mês lunar tem 30 dias o tempo entre o Sábado no 29º dia do mês e o primeiro Sábado do mês seguinte não são seis dias, mas oito dias (dia de transição, dia de Lua Nova, e seis dias de trabalho) (4).  
O Calendário de Israel
            É difícil imaginar um povo com as vidas mais reguladas pelo calendário do que o povo do antigo Israel (5). O ano israelita era um ano “lunisolar” de 354 dias nos quais os meses se alternavam entre 29 e 30 dias, mas o sétimo dia da semana não era afetado pelo calendário lunar. O mês Judeu começa invariavelmente com a Lua Nova. Não existe informação exata que explique como os Israelitas originalmente ajustaram seu impreciso calendário lunar para sincronizar com o atual ano solar. Mas nós sabemos que em tempos pós-exílio um mês extra foi inserido entre Adar e Nisan. Aquele mês, algumas vezes chamado de Veadar (e Adar), era adicionado sete vezes dentro de um clico de 19 anos.
            O sistema de calendário Judaico e o ciclo das festas anuais estava ligado ao tempo da colheita no ano Judaico. A Páscoa, no 14º dia do primeiro mês e a “sacrifício de oferta movida”, dois dias depois, sempre caia no período da colheita da cevada madura, Pentecostes, cinquenta dias depois do tempo da colheita do trigo, e o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos no 7º mês depois das colheitas remanescentes (primariamente uvas e azeitonas) tivessem sido feitas. Este era o modelo geral no tempo do Velho Testamento como também no tempo de Jesus.
            Enquanto as festas judaicas foram fixadas pelo calendário lunar, o Sábado não foi. Ele tinha o seu próprio tempo fixado e não era considerado parte das festas. As festas eram dependentes do calendário lunar, mas o Sábado não era dependente de coisa alguma exceto pelo ciclo de sete dias que Deus criou e preservou desde a criação (6). Por toda a Bíblia existe uma distinção entre as festas, luas novas, e Sábados do sistema cerimonial (veja exemplos em Lev. 16:31; 23:4 a 8; 25:4) e o sétimo dia, o Sábado (Gên. 1 a 2:3; Êxodo 20:8 a 11; Lev. 23:3; Deut. 5:12).
As Afirmações dos Sabatistas Lunares examinadas –
            Afirmação #1 – “O Sábado do sétimo dia caía em cada 8º, 15º, 22º e 29º dia do mês lunar.” (7)
a.       Todos os Sábados cerimoniais foram determinados para certas datas. A Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês (Lev. 23:5); a Festa do “Pão Sem Fermento” no décimo quinto dia do primeiro mês (Lev. 23:6); a “Festa das Primícias” (Primeiros Frutos) no décimo sexto dia do primeiro mês (Lev. 23:10 a 11); a Festa das Semanas ou Pentecostes, 50 dias depois da Festa das Primícias (Lev. 23:16); a Festa das Trombetas no primeiro dia do sétimo mês (Lev. 23:24); o Dia da Expiação no décimo dia do sétimo mês (Lev. 23:27); a Festa dos Tabernáculos no décimo quinto dia do sétimo mês (Lev. 23:34).
Deus ligou cada Sábado Cerimonial a um dia em particular. Se Ele quisesse que cada Sábado semanal fosse celebrado no 8º, 15º, 22º e 29º dia do mês por que não existe um só verso nas Escrituras dizendo aos Israelitas que o Sábado deveria ser observado nestes dias? O Sábado semanal não seria mais importante que os Sábados anuais?
b.      De acordo com Números 33:3 o Êxodo ocorreu no 15º dia do primeiro mês. O 15º dia foi o dia depois da Páscoa, “partiram, pois, de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês; no dia seguinte ao da Páscoa saíram os filhos de Israel, corajosamente, aos olhos de todos os egípcios.” Eles começaram sua jornada no 15º dia enquanto ainda estava noite. Ellen White diz que “antes que a manhã raiasse, estavam a caminho” (8). Se o 15º dia foi um sábado teria sido o primeiro dia completo da viagem. Sob a luz de Mateus 24:20, onde Jesus disse aos discípulos, “orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado,” é difícil aceitar que Deus iniciou o êxodo do Egito no Sábado.
c.        Os filhos de Israel chegaram ao deserto de Sim “aos quinze dias do segundo mês, depois que saíram da terra do Egito” (Êxodo 16:1). Novamente, eles viajaram no 15º dia, portanto não deve ter sido Sábado.
d.      Em Josué 5:10 a 12 nos é dito que o maná cessou no 16º dia do primeiro mês:
“Estando, pois, os filhos de Israel acampados em Gilgal, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde, nas campinas de Jericó. Comeram do fruto da terra, no dia seguinte à Pascoa; pães asmos e cereais tostados comeram nesse mesmo dia. No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã.”
A Páscoa foi no 14º dia do primeiro mês. No 15º dia eles comeram dos produtos da terra, e no 16º dia o maná cessou. Se o maná cessou no 16º dia do primeiro mês, ele deve ter caído no 15º dia, pois de outra maneira o texto deveria ter dito que ele cessou no 14º dia ou no 15º dia. Portanto o 15º dia não pode ter sido Sábado porque Deus nunca mandou maná no Sábado. (9)
Nós olhamos quatro textos bíblicos que indicam que o 15º dia do mês não podia ter sido Sábado. Isto mostra a falácia da “Teoria do Sábado Lunar”. A coluna principal do seu ensino claramente não soa como os advogados desta teoria querem nos fazer crer.

Afirmação #2 – “O Senhor ordenou três classes distintas e separadas de dias que ocorreriam mensalmente: os dias de Lua Nova, seis dias de trabalho, e os Sábados do sétimo dia.” Em adição, o 30º dia que também não é contado como parte dos seis dias da semana.” (10)
a.       De acordo com Gênesis 1 a 2:3, Deus criou apenas duas classes de dias: seis dias de trabalho e o Sábado. Isto é confirmado nos 10 Mandamentos em Êxodo 20 e Deuteronômio 5. “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho.” (Êxodo 20:9 e 10)
b.      Existe evidência para um festival de Lua Nova entre as nações na antiga Mesopotâmia, muito tempo atrás, no terceiro milênio antes de Cristo (11). Na Bíblia, no entanto, a celebração da Lua Nova não é mencionada até o tempo de Moisés. A única legislação concernente à Lua Nova no Velho Testamento está na prescrição de uma oferta queimada de Números 28:14. Enquanto Amós 8:5 parece indicar que nenhum trabalho deveria ser feito no dia de Lua Nova, outros textos mostram que ele não era um dia de descanso. Por exemplo, Israel deixou o Egito no dia primeiro do mês (Números 33:3); Foi dito a Moisés para edificar o tabernáculo no primeiro dia do mês (Êxodo 35:2); Esdras começou sua jornada para Jerusalém no primeiro dia do mês (Esdras 7:9). William Hallo diz: “Somente o primeiro dia de Tishri tinha um caráter especial de dia santificado, e mesmo aqui o texto bíblico, como é bem sabido, evita o termo ‘ros hassana’, cabeça do ano.” (12)
Ainda que a Lua Nova fosse um dia de descanso como o Sábado, não existe indicação que ele não fosse reconhecido como parte dos 6 dias da semana, como eram todos os sábados cerimoniais de Levítico 23. Por que deveriam todos os outros Sábados anteriores serem parte dos 6 dias da semana, mas não o dia de Lua Nova?
c.       Que as semanas no Velho Testamento eram ciclos contínuos sem interrupção pela Lua Nova é mostrado em Levítico 23:15 e 16.
“Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao Senhor.”
d.      Sete Sábados são 49 dias e o dia depois do último sábado é o 50º dia. Isto só pode ocorrer se as semanas forem contadas como ciclos ininterruptos de sete dias. Isto é confirmado pela linha de tempo do Dilúvio. De acordo com Gênesis 7:24 “as águas durante cento e cinquenta dias predominaram sobre a terra”. Começou a chover “no ano seiscentos da vida de Noé, aos dezessete dias do segundo mês” (Gênesis 7:11). A arca descansou no Monte Ararate cinco meses mais tarde “no dia dezessete do sétimo mês” (Gênesis 8:4). Esta é uma clara evidência que o mês bíblico tem 30 dias; portanto, 150 dias são cinco meses, sem interrupções por dias de Lua Nova.

Afirmação #3 – “Os Judeus foram forçados a desistir de seu calendário lunar e aceitar o calendário pagão romano:
            Os calendários Juliano ou Gregoriano nunca mudaram o ciclo de sete dias depois que ele foi mudado do ciclo de original de oito dias por volta do tempo de Constantino em 321 a.D. ... A maioria do povo não tinha tido ideia de que o oitavo dia da semana do calendário pagão Juliano não fora reconhecido pelas comunidades Hebraicas no tempo de Cristo. ... Foi somente depois que Roma conquistou Jerusalém no ano 70 a.D. que os Judeus começaram a sucumbir para os caminhos de Roma e seu calendário pagão.” (13)
            Vestígios de sete dias semanais podem ser encontrados entre as primeiras civilizações do Oriente Médio. Os astrólogos da Mesopotâmia designavam um dia para cada dos sete mais proeminentes objetos no céu – o Sol, a Lua, e os cinco maiores planetas visíveis a olho nu. Os Israelitas sempre ativeram-se aos sete dias semanais como indicado claramente em Gênesis 1 a 2:3 e Levítico 23:15 e 16. Outras nações tinham semanas de diferentes durações. (14)
            O calendário romano de oito dias foi mudado para o calendário de sete dias ainda no período imperial, não no tempo de Constantino (15). Agora, se os Judeus foram forçados a desistir de seu Sábado do calendário lunar e em troca adotar o calendário pagão Juliano nos dias posteriores a 70 a.D. ou desde o tempo de Constantino, deveria haver enorme quantidade de evidências hoje, de que esta mudança tivesse ocorrido.
            Os Judeus sempre foram muito persistentes e fiéis na observância do Sábado. Se eles acreditassem que Deus tivesse dado a eles o sábado lunar, eles não desistiriam sem uma grande batalha. Haveria escritos relatando em algum lugar da história sobre a resistência dos Judeus na mudança do seu método de guardar o Sábado.
            Como os Judeus se espalharam por muitas nações do mundo seria necessário um exército de missionários indo a toda parte para convencer e reforçar a mudança de sua maneira de guardar o Sábado do método lunar para o ciclo semanal. Deveria haver grupos de Judeus pelo mundo ferozmente apegados ao modo antigo que Deus havia dado a eles e muitos grupos Judeus ainda deveriam estar guardando o Sábado lunar até hoje.
            Mas exatamente o oposto é que é verdadeiro. A história é absolutamente silente de que alguma coisa como esta tenha ocorrido. Não existem leis que ordenaram a mudança do ciclo do lunar para o Sábado semanal, e os Judeus, hoje, em torno do mundo guardam o Shabat no dia de Sábado.
            Quando diferenças surgem entre dois grupos, existe sempre uma brecha, com alguns crendo de uma maneira e outros crendo de outra maneira. Com uma mudança tão conflitante na estrutura de fé dos Judeus, nós deveríamos ver essa brecha, essa ruptura, entre eles. Existe uma divisão entre os Judeus, mas não é sobre a teoria do Sábado lunar. É a divisão entre os Judeus Karaítas Rabínicos – que era principalmente, sobre o modo de calcular os dias de festas.
            Um estranho cálculo matemático, de que todos os Judeus em torno do mundo, tenham mudado do calendário lunar para os sete dias da semana, sem deixar nenhum traço seria astronômico, ou virtualmente impossível. Este é um importantíssimo link perdido para a teoria do sábado lunar.

Sumário e Conclusão

            Os sabatistas lunares afirmam que o calendário luni-solar é o verdadeiro calendário bíblico, no qual o sábado cai sempre no 8º, 15º, 22º e 29º dia do mês. Além do mais, a Lua Nova e o 30º dia do mês não são contados como parte da semana. Eles ainda afirmam que os Judeus sob o Império Romano foram forçados a abandonar o calendário lunar e aceitar o calendário Juliano com seu contínuo ciclo de sete dias semanais.
            Nossa investigação tem mostrado que estas afirmações não podem ser confirmadas pelas Escrituras ou pela história. O Sábado bíblico, como o sétimo dia da semana, foi instituído no Éden e foi celebrado pelos Judeus no Velho e Novo Testamento sem interrupção de tempo. Assim como os dias de festas, os dias de Lua Nova eram parte do ciclo semanal. Ellen White claramente afirma:
            “Como o Sábado, a semana originou na Criação, e ela tem sido preservada e trazida até nós pelo relato bíblico. O próprio Deus separou a primeira semana como um modelo para as sucessivas semanas para fecharem o tempo. Como qualquer outra, ela consiste de sete dias literais.” (16)
            Concluindo, todos os argumentos dos sabatistas lunares se reduzem se Deus conectou o Sábado ao calendário lunar, como Ele fez com as festas, ou se Ele estabeleceu um ciclo semanal na Criação para o Sábado e o preservou até os nossos dias. Não existe evidência conclusiva nas Escrituras que apontam para o Sábado sendo conectado com a lua. Ao contrário, a Bíblia é clara mostrando que a semana tem um ciclo recorrente de sete dias terminando com o Sábado. Isto é apoiado pelas retas afirmações da Palavra de Deus, pelo Espírito de Profecia e pela História.

Gerhard Pfandl é ex-Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica.

(1)   www.worldlastchance.com, “Saturday Sabbath? Or Lunar Sabbath?” acessado em janeiro de 2011.
(2)    www.worldlastchance.com, “Three Months in a Row.” Acessado em janeiro de 2011.
(3)   Arnold Bowen, “O Sábado Lunar”, pág. 1 (www.lunarsabbath.org – acessado em janeiro de 2011)
(4)   Eu estou em débito com Terri Heagy pelo gráfico do calendário lunar. Seu manuscrito não publicado “Challenges Regarding the Lunar Sabath” contém uma excelente resposta à Teoria do Sábado Lunar.
(5)   G. W. Bromiley, ed., “The International Standard Bible Encyclopedia”, revisada, 4 vols. (Gran Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans, 1988) 1:576.
(6)   Ver Gerhard F. Hasel, “Sabath” no “Anchor Bible Dictionary”, ed. David Noel Freedman (New York: Doubleday, 1992) 5:849-856.
(7)   www.worldlastchance.com “Time By Design” (Accessed January 2011)
(8)   Ellen G. White, “Patriarchs and Prophets” (Mountain View, CA: Pacific Press, 1958), 281.
(9)   E estou em dívida com Michael Pedrin por usar algum dos materiais nesse artigo. Seu manuscrito não publicado “The Big Lie” é uma outra excelente resposta à Teoria do Sábado Lunar.
(10)   www.worldlastchance.com “Three Months in a Row” (accessed January 2011)
(11)   Ver William W. Hallo, “New Moons and Sabaths: A Case Study in the Contrastive Approach”, Bible and Spade 9 (1980)
(12)  Ibid,. 64.
(13)  K. L. French, “The Creator’s Calendar”, manuscrito não publicado, 3 e 4.
(14)   Na Assíria 6 dias era a regra, no Egito 10, na China 15. Os antigos Alemães usavam um ciclo de 5 dias e os primeiros Romanos usavam oito dias.
(15)    “Durante os dois primeiros séculos depois de Cristo, o mundo Greco Romano em geral adotou a semana planetária de sete dias dos astrólogos” (Encyclopedia Britannica), 15ª edição, s.v. “Church Year”.
(16)    Ellen G. White, “Patriarchs and Prophets” (Mountain View, CA: Pacific Press, 1958), 11.