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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O que pensa a Igreja Adventista sobre esse período de 6.000 anos?

O que pensa a Igreja Adventista
sobre esse período de 6.000 anos?

A Revista Adventista de agosto de 2005, trouxe o sermão que o Pr. Matthew Bediako, secretário da Associação Geral dos Adventistas do 7º Dia, fez no dia 2 de julho em St. Louis, na 58ª sessão da Associação Geral. Em seu sermão ele disse: “Amigos, cerca de seis mil anos atrás o inimigo sequestrou este planeta. Ele nos mantém reféns. Mas a boa notícia é que nossa equipe de resgate está a caminho, liderada pelo Príncipe Emanuel, nosso Senhor e Salvador.”
O livro “Estudos Bíblicos, Guia Completo de Orientação e Estudo das Escrituras Sagradas”, editado pela Casa Publicadora Brasileira, tem um estudo sobre o período do Milênio. O Milênio é o período de tempo de mil anos descrito em Apocalipse 20, em que os justos estarão nos céus com Cristo e os ímpios estarão mortos na terra. Nesse período Satanás estará preso aqui na terra, sem ter ninguém para tentar (Apocalipse 20:1 a 3).
Após esse período, Satanás é solto, por um curto período de tempo (Apocalipse 20:3), os ímpios ressurgem (Apocalipse 20:5), a cidade celeste desce até a Terra com os salvos (Apocalipse 20:9) e Satanás e os ímpios fazem guerra contra a cidade e são destruídos (Apocalipse 20:9).
Após esse episódio a Terra é recriada e se torna o lar dos remidos por toda a eternidade.
Nesse período de mil anos, ou milênio, descrito em Apocalipse, Satanás e os ímpios estarão na terra, e os justos estarão no Céu com Cristo.
E é justamente nesse estudo sobre o milênio que encontrei a seguinte citação:
 “O milênio é o grande sábado de repouso, tanto para a Terra como para o povo de Deus. Por seis mil anos a Terra e seus habitantes estiveram gemendo sob a maldição do pecado. O milênio será um sábado de repouso e libertamento: pois que diz o profeta relativamente à Terra: ‘Todos os dias da desolação repousou.’ II Crônicas 36:21. ‘Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus.’ Hebreus 4:9. Isso precede o estado novo da Terra.” – Estudos Bíblicos – Guia Completo de Orientação e Estudo das Sagradas Escrituras, pág. 139.
“O cativeiro babilônico de Israel, executado por Nabucodonosor e seus filhos, durou setenta anos porque durante 420 anos, ou seis vezes setenta anos – desde os dias de Salomão até ao tempo de Nabucodonosor – haviam grandemente negligenciado a observância do sábado. Ver Ezeq. 22:8 e 26; Je. 25:8-11; 17:24 e 27; II Crôn. 36:15-21. Os setenta anos de desolação repararam os 420 anos de profanação do sábado. Também durante o milênio, ou os mil anos após a segunda vinda de Cristo, toda a Terra estará desolada ou em repouso por mil anos, por haverem os habitantes do mundo, durante seis mil anos, desrespeitado o sábado. Ver referências a esse período e estados, em Apoc. 20:1 a 4; Isa. 24:1 a 6; Jer. 4:23-27. Os períodos de repouso e desolação da Terra são compensações sabáticas divinamente designadas por causa da irreligiosidade do homem, manifestada na profanação do sábado. São lições impressivas da importância de observar o sábado do sétimo dia, e os resultados de quebra-lo e desatendê-lo.” – Estudos Bíblicos – Guia Completo de Orientação e Estudo das Sagradas Escrituras, pág. 182.
Ao ler o livro “O Grande Conflito” podemos perceber o mesmo pensamento sobre o milênio:
Aqui deverá ser a morada de Satanás com seus anjos maus durante mil anos. Restrito à Terra, não terá acesso a outros mundos, para tentar e molestar os que jamais caíram. É neste sentido que ele está amarrado: ninguém ficou de resto, sobre quem ele possa exercer seu poder. Está inteiramente separado da obra de engano e ruína que durante tantos séculos foi seu único deleite.  
Durante SEIS MIL ANOS a obra de rebelião de Satanás tem feito “estremecer a Terra”. Ele tornou “o mundo como um deserto”, e destruiu “as suas cidades”. E “a seus cativos não deixava ir soltos”. Durante SEIS MIL ANOS o seu cárcere (o sepulcro) recebeu o povo de Deus, e ele os queria conservar cativos para sempre; mas Cristo quebrou os seus laços, pondo em liberdade os prisioneiros
Mesmo os ímpios agora se acham colocados fora do poder de Satanás, e sozinho, com seus anjos maus, permanecerá ele a compenetrar-se dos efeitos da maldição que o pecado acarretou. Todos os reis das nações, todos eles jazem com honra cada um na sua casa [sepultura]. Mas tu és lançado da tua sepultura, como um renovo abominável. ... Com eles não te reunirás na sepultura; porque destruíste a tua terra e mataste o teu povo.” Isa. 14:18-20. 
Durante mil anos Satanás vagueará de um lugar para outro na Terra desolada, para contemplar os resultados de sua rebelião contra a lei de Deus. Durante este tempo os seus sofrimentos serão intensos. Desde a sua queda, a sua vida de incessante atividade baniu a reflexão; agora, porém, está ele despojado de seu poder e entregue a si mesmo para contemplar a parte que desempenhou desde que a princípio se rebelou contra o governo do Céu, e para aguardar, com temor e tremor, o futuro terrível em que deverá sofrer por todo o mal que praticou, e ser punido pelos pecados que fez com que fossem cometidos. 
Ao povo de Deus o cativeiro de Satanás trará alegria e júbilo. Diz o profeta: “Acontecerá que no dia em que Deus vier a dar-te descanso do teu trabalho, e do teu tremor, e da dura servidão com que te fizeram servir, então proferirás este dito contra o rei de Babilônia [representando aqui Satanás], e dirás: Como cessou o opressor! ... Já quebrantou o Senhor o bastão dos ímpios e o cetro dos dominadores. Aquele que feria os povos com furor, com praga incessante, o que com ira dominava as nações, agora é perseguido, sem que alguém o possa impedir.” Isa. 14:3-6.” O Grande Conflito, pág. 659 – 660.
Embora não tenha usado cronologias nesse estudo, possivelmente Ellen White pode ter usado uma cronologia para fazer afirmações de que a Terra teria perto de seis mil anos de idade.
Descobri um artigo interessante na revista Ministry de Abril de 1984, escrito pelo editor associado Warren H. Johns. A revista Ministry é uma revista para pastores, e é editada pela Associação Ministerial da Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este artigo nos dá uma ideia do que pensava Ellen White sobre esse período de seis mil anos.
Johns inicia seu artigo informando que os estudiosos tem uma grande variedade de opiniões sobre a data da criação da terra e que Robert Young lista trinta e sete possíveis datas para a criação, embora essa lista pode crescer para 120 ou mais.
“Das 120 cronologias diferentes, teria Ellen White escolhido uma em particular? Ou será que ela estabeleceu uma cronologia independente que não seguia nenhum esquema conhecido pela humanidade? São suas afirmações verdadeiras ainda hoje?
Estas perguntas são colocadas no início do artigo, e o autor responde que “agora estamos em posição de provermos uma resposta definitiva sobre estas perguntas.”
Ele faz essa afirmação porque hoje temos tecnologia para analisarmos com muita propriedade todos os textos de Ellen White. Ele descobriu que Ellen White faz mais de 2.500 referências a Cronologia Bíblica. Destas, 42 citações tem a ver com o período de 6.000 anos “publicados por ela em fontes primárias antes de sua morte em 1915. E ainda, nós temos 41 afirmações sobre 4.000 anos... que são pertinentes para determinar qual era a visão de Ellen White sobre a idade da terra.”
Johns diz que “pode afirmar, sem equívoco, que a cronologia usada por Ellen White é mais parecida com a do Arcebispo Ussher do que qualquer outra das dezenas de cronologias em uso no século XIX.”
Ao pesquisar sobre a biblioteca de Ellen White, ele descobriu que ela tinha vários livros sobre cronologia. Ela conhecia a cronologia do pregador escocês, Jonh Cumming, entre outras, mas não a usou, afinal os 6.000 anos de acordo com essa cronologia terminariam em 1864. “Outro estudo cronológico, com muita autoridade, foi o de William Hales, A New Analysis of Chronology, que ela tinha em sua biblioteca. No entanto, ela definitivamente não seguiu o esquema de Hales.”
Ela também usou a cronologia de Ussher para datar outros eventos bíblicos. “As datas para a construção do templo, o livro de Deuteronômio, o êxodo do Egito, o tempo de Jacó, o concerto Abraamico e o dilúvio na época de Noé, todos estão de acordo com as datas usadas por Ussher.”
Pelo fato de Ellen White ter seguido a cronologia de Ussher, isto significa que ela se tornou o modelo para os Adventistas do Sétimo dia seguir?
Infelizmente, existem algumas falhas no trabalho de Ussher.
Mas a preocupação é com respeito se esse período de 6000 anos ou outras citações sobre cronologia bíblica usados por Ellen White poderiam ser considerados inspirados ou não.
“Hoje duas visões prevalecem com respeito a inspiração das afirmações de Ellen White que tem a ver com cronologia. O primeiro é que o que eu (Johns) chamo de visão com autoridade de completamente inspirada. É afirmado que o texto é inspirado e portanto deve ser correto, e se é correto deve ser válido para os dias de hoje. A segunda alternativa é a visão com autoridade de inspiração limitada. Aquela inspiração age sobre a pessoa, mas não sobre a caneta. Todo o trabalho de Ellen White é inspirado porque eles são o resultado de uma pessoa inspirada. Mas nem todas suas afirmações cronológicas tem igual autoridade no mundo atual que tem um avançado conhecimento de arqueologia, história antiga e exegese bíblica.
O aspecto mais crucial nas afirmações cronológicas de Ellen White tem a ver com a idade da terra porque interage e afeta nossa compreensão de várias outras questões, como a Criação versus evolução, o Sábado e a historicidade do Gênesis. Alguns creem fortemente (e com boa razão) que se nós abandonarmos os 6.000 anos, então ficaremos vulneráveis para a teoria da evolução orgânica e uma vez que a evolução for adotada, o Sábado será abandonado e a Igreja Adventista do Sétimo dia deixará de existir.
Qual é a função ou propósito para as citações sobre 6.000 anos?
Existem oitenta e sete citações de Ellen White em fontes primárias (não incluindo repetições) que tem a ver com a questão da idade da terra, e quarenta e duas citações tem a figura do 6.000 anos. Aqueles que sustentam que esta visão tem completa autoridade estão convencidos que a repetição por parte do escritor, oitenta e sete vezes em seu período de vida, indica que ela validava a data da criação para cerca de 6.000 anos atrás. Desta forma a função primária da afirmação seria cronológica.
Por outro lado, para aqueles que sustentam que essa visão tem uma autoridade limitada, sugerem que o propósito primário de Ellen White em citar os 6.000 e 4.000 anos não era prover uma defesa para a questão da evolução.
De qualquer forma se alguém adotar a visão como autoridade completa ou como autoridade limitada, vai se encontrar com o fato de que não todas as citações cronológicas de Ellen White tem igual validade, ou autoridade, quando se trata de cronologia. É crucial compreender que o princípio básico de interpretação é o mesmo que tem sido usado nas Escrituras Sagradas. O ponto é que em detalhes não essenciais para a salvação, o profeta, algumas vezes usou o que ele tinha de melhor disponível, mesmo que tivesse algumas incorreções.
Apesar de toda crítica que tem sido feita ao trabalho do Arcebispo Ussher, sua cronologia tem sofrido menos impacto com as descobertas dos modernos arqueólogos que a maioria de outras arqueologias que eram usadas no século dezenove. Em outras palavras, Ellen White, eu creio (o autor), foi divinamente guiada a escolher o melhor que estava a sua disposição. A cronologia de Ussher precisou de menos revisão por causa de sua meticulosa fidelidade a data da escritura e sua recusa em aceitar conjecturas e suposições. Se Ellen White estivesse viva hoje, ela sem dúvida defenderia o uso da cronologia que estivesse mais próxima a fidelidade com as Escrituras.
Certa vez, mostrando esse livro a um professor de teologia, ele me fez algumas observações:
“Em questão de cronologia, não podemos dizer que Ellen White era uma especialista nessa área.”
Ele tinha razão, mas ela também não era especialista em saúde, educação, ciência e muitos outros assuntos e no entanto escreveu sobre todos eles e aceitamos como inspirados.
“O filho dela escreveu um trabalho falando sobre o desconhecimento dela sobre cronologia,” informou ele.
Mas o filho não recebeu inspiração de Deus, e ela sim, pensei comigo.
Outro professor de teologia me disse que hoje, os teólogos, e muitos deles, adventistas, preferem acreditar que a terra tenha perto de 10.000 anos, pois isso facilitaria nosso entendimento com a datação de alguns artefatos arqueológicos.
Perguntei ao Prof. Rodrigo Silva, arqueólogo, teólogo e professor do Seminário Adventista de Teologia no UNASP, o que ele achava das citações sobre 6.000 anos feitas por Ellen White. Sua resposta foi:
“Quando vim para a igreja Adventista aceitei Ellen White como mensageira do Senhor e que seus livros são inspirados, portanto tenho que aceitar que quando ela diz que a terra tem perto de 6.000 anos, essa é a verdade. Pois se eu começar a achar que uma parte é inspirada e outra não, eu teria que deixar de ser adventista.”
Em outro artigo da Revista Ministry, Colin Standish, considera que “o período de tempo da Criação até o presente continua a ser uma questão de preocupação para alguns estudiosos Adventistas dos Sétimo Dia. Existem aqueles que afirmam rigidamente que a terra tenha aproximadamente 6.000 anos; outros estão preparados para colocar um ou dois mil anos mais...; existem ainda outros, ainda que de forma particular, estão preparados para considerar a possibilidade de longos períodos de tempo.”
Para ele esse é um assunto importante porque “uma vez que abandonemos a nossa crença de que a terra tenha cerca de 6.000 anos, é fácil estendermos esse período para 10.000 anos, 200.000 anos, e mesmo milhões de anos. Quanto mais tempo atrás colocamos a semana da Criação, menos iminente parece estar o retorno de Cristo e menos urgente a nossa missão.”
Naturalmente Satanás tem apresentado a evolução como uma “ciência” fascinante e colocado a Bíblia como um livro obsoleto. Por isso “exercer fé, nos dias de hoje, é algo crítico para nossa preparação de testes maiores.”
“Enquanto a Bíblia não nos dá uma data precisa para a semana da Criação, existe uma evidência interna que aprova o período aproximado de seis mil anos. No entanto, como a Bíblia não faz uma afirmação específica sobre esse assunto, são as referências do Espírito de Profecia que o tornam mais significativo.
Mais de trinta vezes, Ellen White faz várias afirmações que apoiam ou são consistentes com o ponto de vista da terra ter cerca de 6.000 anos. Aqueles que apoiam um período maior de tempo normalmente dizem que estas afirmações são idiomáticas, refletindo o que era comum afirmar no tempo em que foram escritos. Mas deve ser observado, no entanto, que o ponto de vista de 6.000 anos para a terra já sofria uma forte crítica no tempo dos escritos da Irmã White, mesmo entre muitos Cristãos.” - Ministry, agosto de 1974.
No site egw-sdaresearch (pesquisas da igreja adventista sobre Ellen White), achei uma resposta interessante sobre essa questão:
“Enquanto Ellen White afirmou que lhe foi mostrado em visão que a semana da criação consistiu de sete dias literais (The Spirit of Prophecy, vol. 1, p. 85), ela não faz qualquer afirmação de ter recebido alguma revelação especial com respeito a idade específica da terra. No entanto, ela rejeitou a ideia de que ‘o mundo tenha perto de dez mil anos.’ Ela aceitava a narrativa bíblica dos dias da criação como sendo de sete dias literais de 24 horas, acreditando que o mundo tinha ‘agora somente cerca de seis mil anos de idade.’” (Ibid., p. 87) http://egw-sdaresearch.ncu.edu.jm/qanda.asp
Falando sobre Ellen White e seu papel em anunciar a volta de Jesus, o conhecido pastor e escritor Dwight Nelson disse:
Em cada grande momento da história sagrada existiu um profeta que disse:
“Gente, algo vai acontecer!”
Agora, veja, seria lógico para um Deus que fez assim, aqui, aqui e aqui, antes do maior evento da história da humanidade, em outras palavras, o retorno de Cristo, visível e pessoal à Terra, seria lógico da parte de Deus dizer: “Quer saber, eu já agi assim mas eu não preciso de um amigo agora, descubram sozinhos. Vocês aí, descubram sozinhos! Vocês conseguem!”
Você pode imaginar Deus fazendo isso?
Você está brincando?
Ele agiu assim, aqui, aqui e aqui. Então eu acredito que no fim dos tempos, como no tempo de João Batista, Deus diz: “Eu vou ter um amigo.”
Então Ele encontrou uma garota de 17 anos. Uma menina americana de 17 anos. E Ele diz a ela: “Ouça, Eu estou voltando, você poderia contar essa história?” http://www.youtube.com/watch?v=PPxQHtUnlhw&list=PLnXOKnl_u-xkGd7o8v8J-OEROfnSI4fkF
E foi o que ela fez. Na verdade até hoje a sua voz pode ser ouvida através de seus livros inspirados.
Caberá agora a você pensar, estudar e decidir sobre o que pensa sobre esse período de 6.000 anos que aparece nos livros de Ellen White, pois eu sigo avante estudando nossa linha do tempo baseando naquilo que acreditava Ellen White, ou seja, que “o mundo tinha somente cerca de seis mil anos de idade.”
“Pouco antes de completar o seu ministério terrestre, Cristo perguntou: “Porventura, quando o Filho do homem vier, achará fé na terra? (Lucas 18:8)
Somente o povo remanescente de Deus estará apto para dar uma resposta positiva a esta pergunta. Foi no Jardim do Éden que o homem, primeiramente, perdeu sua fé na Palavra de Deus. Aqueles que habitarão no Éden restaurado terão inabalável confiança na Palavra de Deus.” - Ministry, agosto de 1974.
Acho importante ter em mente que Ellen White escreveu:
 “Não escrevo na revista um artigo que exprima meramente minhas próprias ideias. Eles são o que Deus tem me tem revelado em visão – os preciosos raios de luz a irradiarem do trono.”Testemonies vol. 5, pág. 67.

A irmã White não é originadora desses livros. Eles contém as instruções que durante a obra de sua vida Deus lhe tem estado a dar. Encerram a preciosa luz confortadora que Deus tem dado graciosamente a sua serva para ser dada ao mundo.”Colportor Evangelista, pág. 36